Uma das principais vítimas de uma suposta rede de tráfico de pessoas
com ramificações no Estado do Amazonas, a travesti Bruna Valadares, 27,
prestou depoimento na manhã desta segunda-feira (10) , na Comissão
Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal, que apura ocorrências
em níveis nacional e internacional. Essa é a segunda vez que a CPI vem à
capital amazonense. A primeira ocorreu em julho deste ano.
A CPI, que tem como relatora a senadora Vanessa Graziottin
(PCdoB/AM), colheu os depoimentos de Bruna, natural do município de
Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), que em maio deste ano, com o
sonho de ajudar a família, embarcou para São Paulo depois que recebeu um
convite para trabalhar, mas foi enganada e passou à condição de vítima
do tráfico.
A comissão veio a Manaus, também, apurar o suposto desaparecimento de
20 garotas no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus).
Durante a audiência, realizada no miniplenário Cônego Azevedo, da
Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o delegado do município José
Elcy Barroso negou a existência do tráfico no município. Ele deixou
claro aos parlamentares que nos casos investigados as garotas deixaram o
município por conta própria, mas não convenceu os integrantes da CPI.
Sub-relator da comissão, o senador Paulo Davim (PV/RN) lamentou o
fato de o delegado minimizar os casos e de ter afirmado “não existir
nenhuma vítima de tráfico humano em Iranduba”. Segundo Alvim,
levantamentos de dados e recolhimento de informações continuarão, pois é
necessário esclarecer os casos do município, tendo em vista que a
polícia não soube informar dos relatos no desaparecimento das garotas.
Para a senadora Lídice da Mata (PSB/PA) também não cabe ao delegado
julgar as vítimas, nos casos de serem usuárias de drogas ou por já terem
vida sexual ativa.
Vários órgãos de combate à violência, à prostituição e ao tráfico de
pessoas no Estado tiveram representados na audiência. Um dos fatos mais
relatados pelos parlamentares é a de que a maioria das vítimas é
cooptada nos festivais folclóricos da região, como ocorreu com Bruna
Valadares, que estava no Festival Folclórico de Parintins quando foi
convencida a ir para São Paulo, por uma outra travesti de Macapá, com o
objetivo de mudar de vida e modificar o corpo, implantando silicone.
Bruna relatou todo o procedimento tomado e as dificuldades para retornar
a Parintins, das ameaças e constrangimentos passados. Por segurança e
por ser testemunha principal da comissão, a travesti está sendo
escoltada por policiais militares.
Vanessa Grazziotin explicou que o crime de tráfico humano não se
caracteriza pela prática da viagem forçada. “As vítimas, geralmente, são
pessoas em situação social vulnerável que são aliciadas com promessas
de melhores oportunidades. “Esse crime é real, invisível e de difícil
diagnóstico porque existem muitas pessoas como o delegado Elcy que
minimizam a situação de risco e de aliciamento das vítimas”, comentou a
presidente da CPI
Grazziotin, explicou que após a conclusão do relatório, previsto para
este mês, a comissão irá acompanhar o processo da prisão dos principais
suspeitos dos casos investigados. “A CPI foi criada para combater o
tráfico existente no país e não poderíamos deixar o Estado do Amazonas,
pois sabemos que há relatos em diversos municípios. O caso da Bruna é
um exemplo desses, mas temos outros quatro casos em que as famílias
apenas receberam os corpos das vítimas, sem mais nenhuma informação e
todos envolvidos com o tráfico de pessoa”, afirmou a senadora.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
CONFIRA OS FILMES QUE CONCORREM AO GLOBO DE OURO 2013
A lista dos indicados ao Globo de Ouro em 2013 foi divulgada nesta quinta-feira (13). Entre os filmes de drama indicados ao troféu estão ‘Argo‘, ‘Django Livre‘, ‘As Aventuras de Pi‘, ‘Lincoln‘ e ‘A Hora Mais Escura‘. Na categoria de melhor musical ou comédia, estão ‘O Exótico Hotel Marigold‘, ‘Os Miseráveis‘, ‘Moonrise Kindgom‘, ‘Amor Impossível‘ e ‘O Lado Bom da Vida‘.
A cinebiografia Lincoln, que aborda os últimos dias do presidente norte-americano assassinado antes de completar seu cargo, lidera a lista com um total de sete indicações: melhor filme na categoria drama, direção (Steven Spielberg), ator (Daniel Day-Lewis), ator coadjuvante (Tommy Lee Jones) e atriz coadjuvante (Sally Field).
Em seguida estão ‘Argo’ , de Ben Affleck, e ‘Django Livre’ , de Quentin Tarantino, concorrendo a cinco prêmios cada. Também se destaca o drama ‘A Hora mais Escura’ – sobre a busca por Osama Bin Laden, dirigido por Kathryn Bigelow – e ‘As Aventuras de Pi’, de Ang Lee. Ambos concorrem ao prêmio de melhor direção.
Jodie Foster será a homenageada desta edição recebendo o prêmio Cecil B DeMille.
A 70ª edição do Globo de Ouro ocorre no dia 13 de janeiro de 2013, em Los Angeles. As responsáveis pela apresentação serão – novamente – Tina Fey e Amy Poehler.
Confira a lista completa de indicados na categoria Cinema:
Melhor filme – drama
Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
A Hora Mais Escura
Melhor filme – comédia ou musical
O Exótico Hotel Marigold
Os Miseráveis
Moonrise Kingdom
Amor Impossível
O Lado Bom da Vida
Melhor diretor
Ben Affleck – Argo
Kathryn Bigelow – A Hora Mais Escura
Ang Lee - As Aventuras de Pi
Steven Spielberg – Lincoln
Quentin Tarantino – Django Livre
Melhor roteiro
Argo
Lincoln
O Lado Bom da Vida
Django Livre
A Hora mais Escura
Melhor ator – Drama
Daniel Day-Lewis – Lincoln
Richard Gere - A Negociação
John Hawkes - As Sessões
Joaquin Phoenix – The Master
Denzel Washington – O Voo
Melhor atriz – Drama
Jessica Chastain – A Hora Mais Escura
Marion Cotillard – Rust & Bone
Helen Mirren – Hitchcock
Naomi Watts – O Impossível
Rachel Weisz – The Deep Blue Sea
Melhor ator – comédia ou musical
Jack Black – Bernie
Bradley Cooper – O Lado Bom da Vida
Hugh Jackman – Os Miseráveis
Bill Murray – Um final de semana em Hyde Park
Ewan McGregor – Amor Impossível
Melhor atriz – comédia ou musical
Emily Blunt – Amor Impossível
Judi Dench – O Exótico Hotel Marigold
Jennifer Lawrence – O Lado Bom da Vida
Maggie Smith - Quartet
Meryl Streep – Hope Springs
Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams – The Master
Sally Field – Lincoln
Anne Hathaway – Os Miseráveis
Helen Hunt – As Sessões
Melhor ator coadjuvante
Alan Arkin – Argo
Leonardo DiCaprio – Django Livre
Philip Seymour Hoffman – The Master
Tommy Lee Jones – Lincoln
Christoph Waltz – Django Livre
Melhor filme animado
Valente
A Origem dos Guardiões
Frankenweenie
Detona Ralph
Hotel Transilvânia
Melhor filme em lingua estrangeira
Os Intocáveis
Amour
A Royal Affair
Kon-Tiki
Rust & Bone
Melhor canção original
“For You”, de Keith Urban - Ato de Coragem
“Not Running Anymore”, de Jon Bon Jovi - Amigos Inseparáveis
“Safe and Sound”, de Taylor Swift e The Civil Wars - Jogos Vorazes
“Suddenly”, de Hugh Jackman - Os Miseráveis
“Skyfall”, de Adele - 007 – Operação Skyfall
Melhor trilha sonora
Anna Karenina – Dario Marianelli
Argo – Alexandre Desplat
A Viagem – Tom Tykwer, Johnny Klimet & Reinhold Heil
As Aventuras de Pi - Michael Danna
Lincoln – John Williams
A cinebiografia Lincoln, que aborda os últimos dias do presidente norte-americano assassinado antes de completar seu cargo, lidera a lista com um total de sete indicações: melhor filme na categoria drama, direção (Steven Spielberg), ator (Daniel Day-Lewis), ator coadjuvante (Tommy Lee Jones) e atriz coadjuvante (Sally Field).
Em seguida estão ‘Argo’ , de Ben Affleck, e ‘Django Livre’ , de Quentin Tarantino, concorrendo a cinco prêmios cada. Também se destaca o drama ‘A Hora mais Escura’ – sobre a busca por Osama Bin Laden, dirigido por Kathryn Bigelow – e ‘As Aventuras de Pi’, de Ang Lee. Ambos concorrem ao prêmio de melhor direção.
Jodie Foster será a homenageada desta edição recebendo o prêmio Cecil B DeMille.
A 70ª edição do Globo de Ouro ocorre no dia 13 de janeiro de 2013, em Los Angeles. As responsáveis pela apresentação serão – novamente – Tina Fey e Amy Poehler.
Confira a lista completa de indicados na categoria Cinema:
Melhor filme – drama
Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
A Hora Mais Escura
Melhor filme – comédia ou musical
O Exótico Hotel Marigold
Os Miseráveis
Moonrise Kingdom
Amor Impossível
O Lado Bom da Vida
Melhor diretor
Ben Affleck – Argo
Kathryn Bigelow – A Hora Mais Escura
Ang Lee - As Aventuras de Pi
Steven Spielberg – Lincoln
Quentin Tarantino – Django Livre
Melhor roteiro
Argo
Lincoln
O Lado Bom da Vida
Django Livre
A Hora mais Escura
Melhor ator – Drama
Daniel Day-Lewis – Lincoln
Richard Gere - A Negociação
John Hawkes - As Sessões
Joaquin Phoenix – The Master
Denzel Washington – O Voo
Melhor atriz – Drama
Jessica Chastain – A Hora Mais Escura
Marion Cotillard – Rust & Bone
Helen Mirren – Hitchcock
Naomi Watts – O Impossível
Rachel Weisz – The Deep Blue Sea
Melhor ator – comédia ou musical
Jack Black – Bernie
Bradley Cooper – O Lado Bom da Vida
Hugh Jackman – Os Miseráveis
Bill Murray – Um final de semana em Hyde Park
Ewan McGregor – Amor Impossível
Melhor atriz – comédia ou musical
Emily Blunt – Amor Impossível
Judi Dench – O Exótico Hotel Marigold
Jennifer Lawrence – O Lado Bom da Vida
Maggie Smith - Quartet
Meryl Streep – Hope Springs
Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams – The Master
Sally Field – Lincoln
Anne Hathaway – Os Miseráveis
Helen Hunt – As Sessões
Melhor ator coadjuvante
Alan Arkin – Argo
Leonardo DiCaprio – Django Livre
Philip Seymour Hoffman – The Master
Tommy Lee Jones – Lincoln
Christoph Waltz – Django Livre
Melhor filme animado
Valente
A Origem dos Guardiões
Frankenweenie
Detona Ralph
Hotel Transilvânia
Melhor filme em lingua estrangeira
Os Intocáveis
Amour
A Royal Affair
Kon-Tiki
Rust & Bone
Melhor canção original
“For You”, de Keith Urban - Ato de Coragem
“Not Running Anymore”, de Jon Bon Jovi - Amigos Inseparáveis
“Safe and Sound”, de Taylor Swift e The Civil Wars - Jogos Vorazes
“Suddenly”, de Hugh Jackman - Os Miseráveis
“Skyfall”, de Adele - 007 – Operação Skyfall
Melhor trilha sonora
Anna Karenina – Dario Marianelli
Argo – Alexandre Desplat
A Viagem – Tom Tykwer, Johnny Klimet & Reinhold Heil
As Aventuras de Pi - Michael Danna
Lincoln – John Williams
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
COM GRIPE E VAIAS, MADONNA CONFIRMA MAJESTADE EM PORTO ALEGRE
Uma rainha precisa que tudo esteja perfeito para se apresentar diante de
seus súditos - mesmo que isso implique em um atraso que beira o
absurdo. Com a rainha do pop, não foi diferente: gripada, Madonna
demorou 3h40 além do previsto para subir ao palco do Estádio Olímpico na
noite de domingo (9), em Porto Alegre. A falha não passou despercebida,
e os últimos 30 minutos de espera foram marcados por vaias e
xingamentos - "ei, Madonna, vai tomar no...", gritava um coro na pista
premium.
Mas não é à toa que a cantora americana ostenta o título de maior diva do pop: às 23h10, quando Madonna surgiu entre bailarinos vestidos de monges para cantar Girl Gone Wild, os mesmos fãs que antes reclamavam passaram a aplaudir e gritar. Ao todo, 43 mil pessoas se renderam ao espetáculo de uma artista que, aos 54 anos, mostrou a mesma habilidade e presença de palco de décadas atrás. Madonna iniciou o show dançando e interpretando em coreografias que envolvem um clima noir de motel de beira de estrada, tiros e luta corporal.
Após Revolver, Gang Bang e Papa Don't Preach, Madonna empolgou o público com Hung Up. Em Express Yourself, já com o figurino de cheerleader, ela cantou trechos de Born This Way, de Lady Gaga, e fez fãs gritarem ao mostrar a calcinha vermelha sob a saia rodada. "OK, Porto Alegre. Quero ouvir todos meus fãs cantando mais alto que em qualquer lugar do mundo", disse antes de Turn Up the Radio.
Empolgada com a resposta positiva do público, Madonna disse "obrigada" e afirmou estar feliz por este ter sido o primeiro show na América do Sul em que não chovia. A cantora disse que estava gripada e que não queria fazer o show, "mas ver os rostos de vocês me fez ter vontade de vir aqui dar o meu melhor". Ela disse que português era "muito difícil", e que conhecia poucas palavras no idioma: "c******, gostosa, safada e periguete".
Em Open Your Heart, Madonna se aproximou, ofereceu o microfone aos fãs e depois reclamou: "vocês podem fazer melhor do que isso, sério". O show mudou de cara e, após Human Nature, a cantora agradeceu a todas as mulheres que lutam por mudanças e que sofrem por se expressarem.
Com um coral, Madonna levou o público ao ponto alto da apresentação em Like a Prayer - ela voltou a oferecer o microfone aos fãs, tocou nas mãos deles e fez todos gritarem ao erguer uma bandeira do Brasil. Durante a canção, um fã jogou ao palco uma camiseta da Seleção Brasileira de Futebol personalizada, que Madonna vestiu imediatamente.
A cantora encerrou seu show com Celebration, que recebeu trechos de Give It 2 Me. Com um "obrigada, Porto Alegre, Brasil", Madonna se despediu, deixando Like a Virgin de fora. Mas para os fãs, uma música a menos ou um atraso de quase quatro horas já não importavam, e os súditos deixaram o estádio fascinados com o espetáculo majestoso da rainha do pop.
Fonte:Terra
Mas não é à toa que a cantora americana ostenta o título de maior diva do pop: às 23h10, quando Madonna surgiu entre bailarinos vestidos de monges para cantar Girl Gone Wild, os mesmos fãs que antes reclamavam passaram a aplaudir e gritar. Ao todo, 43 mil pessoas se renderam ao espetáculo de uma artista que, aos 54 anos, mostrou a mesma habilidade e presença de palco de décadas atrás. Madonna iniciou o show dançando e interpretando em coreografias que envolvem um clima noir de motel de beira de estrada, tiros e luta corporal.
Após Revolver, Gang Bang e Papa Don't Preach, Madonna empolgou o público com Hung Up. Em Express Yourself, já com o figurino de cheerleader, ela cantou trechos de Born This Way, de Lady Gaga, e fez fãs gritarem ao mostrar a calcinha vermelha sob a saia rodada. "OK, Porto Alegre. Quero ouvir todos meus fãs cantando mais alto que em qualquer lugar do mundo", disse antes de Turn Up the Radio.
Empolgada com a resposta positiva do público, Madonna disse "obrigada" e afirmou estar feliz por este ter sido o primeiro show na América do Sul em que não chovia. A cantora disse que estava gripada e que não queria fazer o show, "mas ver os rostos de vocês me fez ter vontade de vir aqui dar o meu melhor". Ela disse que português era "muito difícil", e que conhecia poucas palavras no idioma: "c******, gostosa, safada e periguete".
Em Open Your Heart, Madonna se aproximou, ofereceu o microfone aos fãs e depois reclamou: "vocês podem fazer melhor do que isso, sério". O show mudou de cara e, após Human Nature, a cantora agradeceu a todas as mulheres que lutam por mudanças e que sofrem por se expressarem.
Com um coral, Madonna levou o público ao ponto alto da apresentação em Like a Prayer - ela voltou a oferecer o microfone aos fãs, tocou nas mãos deles e fez todos gritarem ao erguer uma bandeira do Brasil. Durante a canção, um fã jogou ao palco uma camiseta da Seleção Brasileira de Futebol personalizada, que Madonna vestiu imediatamente.
A cantora encerrou seu show com Celebration, que recebeu trechos de Give It 2 Me. Com um "obrigada, Porto Alegre, Brasil", Madonna se despediu, deixando Like a Virgin de fora. Mas para os fãs, uma música a menos ou um atraso de quase quatro horas já não importavam, e os súditos deixaram o estádio fascinados com o espetáculo majestoso da rainha do pop.
Fonte:Terra
sábado, 8 de dezembro de 2012
DRAGS SE INSPIRAM EM FASE OITENTISTA PARA HOMENAGEAR MADONNA
Salto 22, cinco perucas, "quilos" de maquiagem e várias horas de produção. O "sacrifício" vale a pena quando a homenageada é a cantora Madonna, de volta ao Brasil quatro anos após sua ultima passagem e que se apresentou, na terça (4) e quarta-feira (5), no estádio do Morumbi, em São Paulo.
"É a Madonna! Ela merece, é a diva, a musa, ela pode tudo!", disse a drag queen Tchaca, que se inspirou em Like a Virgin para montar o visual para o primeiro dia de show da turnê, que marca os 30 anos de carreira da rainha do pop.
Na fila desde as 11h - o show está marcado para às 20h -, Tchaca posava para fotos enquanto aguardava para entrar no estádio, onde espera realizar o sonho de ser escolhida para subir ao palco com a diva. "É um sonho! Ia me descabelar inteira se isso acontecesse", brincou, com seu vestido de noiva imitando a Madonna dos anos 1980.
Tchaca também dá sua dica após anos de profissão como drag. Com várias apresentações inspiradas na cantora no currículo, ela revela qual é o maior sucesso de performance em seus shows: Vogue, do disco I´m Breathless, de 1990. A música, aliás, foi a inspiração de outra drag queen que foi ao Morumbi, Malonna, cujo apelido foi inspirado na diva.
"Estou desde às 10h compondo o look, inspirado em várias músicas dela. Faço shows há 8 anos com vários hits da Madonna, mas a ocasião pedia um visual especial", contou.
Enquanto as duas se preparavam para entrar no estádio, dentro dele um grande número de drags se amontoava na pista VIP para ver Madonna de perto. O giro da cantora pelo Brasil será encerrado no próximo domingo (9), em Porto Alegre, no estádio Olímpico.
Fonte:TERRA
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
CPI DO TRÁFICO DE PESSOAS OUVE ACUSADA DE ALICIAR TRAVESTIS
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas interrogou no último dia (29) Telma Rodrigues do Nascimento, acusada de chefiar um esquema que busca travestis no Pará e no Ceará para serem exploradas no estado de São Paulo.
Telma responde pelos crimes de facilitação à prostituição e rufianismo, que significa exploração para obtenção de lucro por meio da prostituição alheia. A acusada foi presa após o desmantelamento de uma rede descoberta em fevereiro de 2011 pela Polícia Civil paulista. Telma, que obteve liberdade provisória, concedida pelo juiz Eduardo Pereira dos Santos Júnior, aguarda julgamento do caso.
Acompanhada pela advogada Adriana Criniti, Telma respondeu às perguntas do presidente da CPI, deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA). Segundo relatos das travestis que denunciaram Telma, a acusada obrigava que as vítimas fizessem uma quantidade mínima de programas, além de castigá-las fisicamente. Telma também seria responsável por intermediar cirurgias feitas por “bombadeiras” (pessoas que vendem serviços de aplicação clandestinas de silicone, muitas vezes utilizando silicone industrial).
Telma defendeu-se das acusações dizendo que apenas tinha duas pensões, mas não explorava as travestis. “Eu tenho a pensão, mas eu alugo vagas. Eu não faço nada de mandar buscar ninguém. O que elas [travestis] fazem da porta para fora, eu não posso fazer nada”, disse.
Na operação da Polícia Civil que culminou na descoberta do esquema comandado por Telma, uma das pensões, localizada na Rua Hermínio Lemos, 340, abrigava seis adolescentes e 20 adultos. Telma, porém, negou a existência desse número de menores de idade em sua pensão, admitindo que apenas uma delas poderia ter menos de 18 anos, mas que ela teria sido enganada por um documento falso. “O adolescente que aparece no inquérito ficou na minha casa sim, mas estava com documento falso”, disse.
A residência, de acordo com Telma, tem três quartos, onde 15 travestis ocupavam beliches e pagavam R$ 20 por uma diária que dava direito à alimentação e hospedagem. A acusada disse que adquiriu o imóvel que pertencia a um homem, ao qual se referiu apenas por “Alemão”. Telma teria pago R$ 6 mil pela casa, já que seria um imóvel invadido e ela teria ficado com a residência por quatro meses.
A outra pensão, localizada em uma esquina da Rua Santa Efigênia, segundo Telma, tem dois quartos e, nela, ficam sete travestis. A propriedade é alugada por Telma por um valor de R$ 1 mil e a cobrança da diária feita aos hóspedes é R$ 30. “Esse negócio de falar que eu ganho dinheiro com a prostituição, eu não ganho. Ganho com a moradia”, defendeu-se.
Embora tenha nascido em Belém (Pará) e ter família na cidade, Telma disse não conhecer anteriormente as travestis belenenses que residiam em sua pensão. Ela negou também que seu irmão, conforme consta nos autos do processo, tenha participação no envio das travestis a São Paulo. Telma disse apenas que aos conterrâneos dirigiam-se às suas pensões por indicação de companheiros de trabalho, que se conheciam por meio da prostituição nas ruas.
Os programas sexuais feitos pelas travestis, segundo a acusada, também não ocorriam dentro das suas pensões. “Lá na pensão não entra homem. O que elas [travestis] fazem da porta para fora é problema delas. Eu não sei o que fazem”, disse Telma.
Telma negou que participasse de um esquema de recebimento de comissões em operações plásticas. “Se fizesse isso eu teria dinheiro. Eu não tenho dinheiro, eu não tenho carro, não tenho nada. Eu vivo das minhas costuras”. Ela declarou que indicou apenas a uma das travestis, citada como Emanuele, um cirurgião chamado Jair, que atende no bairro Santa Cruz. Emanuele desejava colocar silicone nos seios.
A acusada disse que conheceria Jair em função de uma plástica que teria interesse em fazer, no nariz. “Não fiz porque tenho medo de injeção”, disse. Ao longo do depoimento, no entanto, Telma entrou em contradição e acabou admitindo que levou outras travestis a esse cirurgião.
“Ela [Telma] nos deu algumas pistas que podem evidenciar uma rede, uma organização, um sistema que acaba capturando jovens vulneráveis do ponto de vista econômico, socioafetivo e da solidez familiar”, disse.
A delegada da Polícia Civil da 1ª Delegacia de Proteção à Pessoa (DPP), Nilze Scapulatiello, disse que o nome de Telma constava em vários inquéritos. Ela constatou relatos muito semelhantes das vítimas, como o depoimento de uma travesti feito à delegada: "A Telma que me trouxe para cá, ela me deu dinheiro. Se eu fico doente, tenho que trabalhar. Se não trabalhar todos os dias, eu fico para fora. Se eu não trabalho, sou espancada". Os inquéritos apontavam, de acordo com ela, a responsabilidade de Telma no transporte das vítimas, no trabalho sexual forçado e nos espancamentos.
Fonte:EBC
OLHA ESSA!! VENENO DE ARANHA CONTRA A FALTA DE TESÃO!
Gente esta noticia publicada pela Revista ISTOÉ pode ser a salvação de muito homem que acaba falhando na hora H, mas pode ser uma arma perigosa nas mãos de uma tarada que queira andar com uma aranha na mão picando os bofes para depois ajudar com o antidoto.Rss.
Pesquisadores da Universidade
Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram em uma aranha armadeira, um
dos aracnídeos mais venenosos do mundo, a solução para os problemas de
vários homens do planeta. É testado pelos estudiosos a utilização do
veneno da espécie para o tratamento da disfunção erétil.
Segundo os pesquisadores, a ideia começou após relatos dos homens
que eram picados pela aranha e chegavam aos hospitais com ereção. Foi
observado que na maioria dos casos isso acontecia.
Os primeiros testes aconteceram, com sucesso, em ratos. De acordo
com a professora Maria Elena de Lima, do departamento de Bioquímica e
Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), foi necessário
isolar uma toxina que provoca a ereção e injetaram nos ratos. Logo após
eles reduziram os efeitos colaterais, que poderiam inclusive afetar o
coração.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
GAYS GANHAM DIREITO DE ADOTAR CRIANÇAS NA ÁFRICA DO SUL
A Suprema Corte da África do Sul decidiu nesta terça-feira que casais gays têm o direito de adotar crianças.
O principal tribunal do país disse que os homossexuais que têm "relações duradouras com pessoas do mesmo sexo" têm condições de oferecer um lar estável, apoio e o afeto necessário para uma criança.
De acordo com a Constituição sul-africana, a discriminação baseada na orientação sexual é ilegal. No entanto, a Lei dos Cuidados da Criança proibia casais gays de participar em processos de adoção.
Com a recente decisão da Suprema Corte, a África do Sul passa a ser o primeiro país africano a permitir que casais do mesmo sexo adotem crianças - de acordo com a agência de notícias AFP.
"Estática"
O caso foi levado à corte por duas juízas lésbicas, Ann-Marie de Vos e Suzanne du Toit.
A Lei dos Cuidados da Criança já havia sido considerada inconstitucional pelo Tribunal de Pretória e, agora, a Suprema Corte confirmou a decisão e anunciou que "os direitos a igualdade a dignidade haviam sido violados por certas seções da lei".
Ann-Marie de Vos disse estar "estática" e aliviada com a decisão.
De acordo com o site Mail e Guardian Online, as duas juízas estão juntas desde 1989. Agora, elas poderão adotar os dois filhos de Vos oficialmente.
"Eu precisava saber que, se alguma coisa acontecesse comigo, Suzanne teria condições de tomar conta das crianças", disse de Vos.
Diferença cultural
A Constituição sul-africana do pós-apartheid garante direitos de igualdade a gays e lésbicas e torna ilegal qualquer discriminação baseada na orientação sexual, assim como na raça e no sexo.
Na maior parte dos outros países africanos, ainda existe muita discriminação e suspeita em relação a homossexuais.
Em uma entrevista em Joanesburgo, durante a Cúpula da Terra, o presidente da Namíbia, Sam Nujoma, lançou um ataque feroz aos gays e às idéias de direitos humanos dos países desenvolvidos.
"Quando vocês falam em direitos humanos, vocês também incluem os gays e lésbicas, e isso não faz parte da nossa cultura. E se vocês tentarem impôr a sua cultura em nós, africanos, nós vamos rejeitá-la", afirmou Nujoma.
O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, também já se manifestou contrário aos direitos dos homossexuais e se referiu aos gays como "piores do que porcos e cães".
Fonte:BBC
O principal tribunal do país disse que os homossexuais que têm "relações duradouras com pessoas do mesmo sexo" têm condições de oferecer um lar estável, apoio e o afeto necessário para uma criança.
De acordo com a Constituição sul-africana, a discriminação baseada na orientação sexual é ilegal. No entanto, a Lei dos Cuidados da Criança proibia casais gays de participar em processos de adoção.
Com a recente decisão da Suprema Corte, a África do Sul passa a ser o primeiro país africano a permitir que casais do mesmo sexo adotem crianças - de acordo com a agência de notícias AFP.
"Estática"
O caso foi levado à corte por duas juízas lésbicas, Ann-Marie de Vos e Suzanne du Toit.
A Lei dos Cuidados da Criança já havia sido considerada inconstitucional pelo Tribunal de Pretória e, agora, a Suprema Corte confirmou a decisão e anunciou que "os direitos a igualdade a dignidade haviam sido violados por certas seções da lei".
Ann-Marie de Vos disse estar "estática" e aliviada com a decisão.
De acordo com o site Mail e Guardian Online, as duas juízas estão juntas desde 1989. Agora, elas poderão adotar os dois filhos de Vos oficialmente.
"Eu precisava saber que, se alguma coisa acontecesse comigo, Suzanne teria condições de tomar conta das crianças", disse de Vos.
Diferença cultural
A Constituição sul-africana do pós-apartheid garante direitos de igualdade a gays e lésbicas e torna ilegal qualquer discriminação baseada na orientação sexual, assim como na raça e no sexo.
Na maior parte dos outros países africanos, ainda existe muita discriminação e suspeita em relação a homossexuais.
Em uma entrevista em Joanesburgo, durante a Cúpula da Terra, o presidente da Namíbia, Sam Nujoma, lançou um ataque feroz aos gays e às idéias de direitos humanos dos países desenvolvidos.
"Quando vocês falam em direitos humanos, vocês também incluem os gays e lésbicas, e isso não faz parte da nossa cultura. E se vocês tentarem impôr a sua cultura em nós, africanos, nós vamos rejeitá-la", afirmou Nujoma.
O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, também já se manifestou contrário aos direitos dos homossexuais e se referiu aos gays como "piores do que porcos e cães".
Fonte:BBC
NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, CASAL GAY VENCE DISPUTA COM CLUBE
O Tribunal de Justiça de São Paulo acaba de decidir que clubes
não podem impedir gays de incluírem seus companheiros de relações
estáveis como dependentes em título de classe familiar.
A decisão foi tomada no julgamento da apelação do Clube Athletico
Paulistano, que se recusava a aceitar o pedido de um de seus sócios para
incluir o companheiro e a filha como dependentes.
Diante da recusa do clube, o sócio, o médico infectologista Ricardo Tapajós Martins Coelho Pereira, de 47 anos, recorreu à Justiça. O caso foi para a 11.ª Vara Civil do Foro Central de São Paulo, onde o médico comprovou que vive desde 2004 em relação estável com seu companheiro Mário Jorge Warde Filho, que também é medico. No ano de 2009, os dois chegaram a lavrar uma escritura pública declaratória dessa união, anexada ao processo.
O juiz de primeira instância deu razão ao sócio, mas o clube recorreu ao Tribunal de Justiça. Alegou que o centenário Paulistano, um dos clubes mais tradicionais e fechados de São Paulo, segue o Código Civil, segundo o qual só existe relação estável entre homem e mulher. Também afirmou que o Estado não pode se intrometer em assuntos de interesse de entidade privada. Por fim, assegurou em sua defesa que qualquer mudança no estatuto do clube só pode ser feita por meio assembleia dos associados.
O relator do caso na 6.ª Câmara de Direito Privado do Tribunal, desembargador Fortes Barbosa, não aceitou nenhuma das alegações. Lembrou que o Estado tem obrigação de garantir o respeito aos direitos fundamentais das pessoas não só nas suas relações diretas com os cidadãos. Deve protege-los também nas relações entre pessoas físicas e jurídicas. Em outras palavras, nenhuma associação civil pode agir à revelia da lei.
Quanto à lei, o relator lembrou que ela já reconhece a união homoafetiva como família. Citou a decisão do Supremo Tribunal Federal, de 2011, que diz o seguinte: os casos de união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo não diferem em nada dos casos entre heterossexuais. A decisão no STF foi aprovada por unanimidade.
Por fim, quanto à assembleia do clube, o relator concluiu ser desnecessária, porque nenhuma decisão dela pode se opor às leis vigentes no País.
Os desembargadores Francisco Loureiro e Percival Nogueira seguiram o voto do relator. O clube ainda pode recorrer a instâncias superiores. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
Diante da recusa do clube, o sócio, o médico infectologista Ricardo Tapajós Martins Coelho Pereira, de 47 anos, recorreu à Justiça. O caso foi para a 11.ª Vara Civil do Foro Central de São Paulo, onde o médico comprovou que vive desde 2004 em relação estável com seu companheiro Mário Jorge Warde Filho, que também é medico. No ano de 2009, os dois chegaram a lavrar uma escritura pública declaratória dessa união, anexada ao processo.
O juiz de primeira instância deu razão ao sócio, mas o clube recorreu ao Tribunal de Justiça. Alegou que o centenário Paulistano, um dos clubes mais tradicionais e fechados de São Paulo, segue o Código Civil, segundo o qual só existe relação estável entre homem e mulher. Também afirmou que o Estado não pode se intrometer em assuntos de interesse de entidade privada. Por fim, assegurou em sua defesa que qualquer mudança no estatuto do clube só pode ser feita por meio assembleia dos associados.
O relator do caso na 6.ª Câmara de Direito Privado do Tribunal, desembargador Fortes Barbosa, não aceitou nenhuma das alegações. Lembrou que o Estado tem obrigação de garantir o respeito aos direitos fundamentais das pessoas não só nas suas relações diretas com os cidadãos. Deve protege-los também nas relações entre pessoas físicas e jurídicas. Em outras palavras, nenhuma associação civil pode agir à revelia da lei.
Quanto à lei, o relator lembrou que ela já reconhece a união homoafetiva como família. Citou a decisão do Supremo Tribunal Federal, de 2011, que diz o seguinte: os casos de união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo não diferem em nada dos casos entre heterossexuais. A decisão no STF foi aprovada por unanimidade.
Por fim, quanto à assembleia do clube, o relator concluiu ser desnecessária, porque nenhuma decisão dela pode se opor às leis vigentes no País.
Os desembargadores Francisco Loureiro e Percival Nogueira seguiram o voto do relator. O clube ainda pode recorrer a instâncias superiores. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
sábado, 1 de dezembro de 2012
RESTRIÇÕES A VIAJANTES COM HIV VIGORAM EM 45 PAÍSES, SEGUNDO ONU
Portadores de HIV ainda enfrentam dificuldades para entrar ou permanecer em 45 países pelo mundo, segundo informações do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).
As restrições variam em cada país, e podem incluir desde a total proibição de entrada aos soropositivos, ou imediata deportação caso se descubra que o visitante que já adentrou a fronteira está infectado, até limitações mais específicas, como a negativa de conceder vistos para visitas por curtos períodos. Este sábado (1º) é Dia Mundial de Luta Contra a Aids.
Recentemente, mais de 40 presidentes de grandes empresas globais assinaram um pedido para que esses países derrubem essas barreiras, argumentando que prejudicam negócios, já que seus executivos devem poder transitar livremente, independente de terem HIV ou não.
Segundo levantamento da ONU feito em julho (o mais recente disponível), Brunei, Omã, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iêmen são países que mantêm completa proibição de entrada para portadores de HIV. Outros que criam algum tipo de dificuldade para a entrada, permanência ou residência dos soropositivos incluem Cuba, Israel, Jordânia, Nicarágua e Rússia. Egito, Cingapura e Taiwan estão entre os lugares que deportam os visitantes dos quais se descobre terem HIV.
Os Estados Unidos acabaram com suas restrições a visitantes com Aids em 2010. Outros países que recentemente tomaram essa medida foram Armênia, China, Fiji, Moldávia, Ucrânia e Namíbia. O Brasil está entre a maioria de países que não têm limitações à entrada de portadores de HIV.
Mortes em queda
A quantidade de mortes provocadas pelo HIV no mundo caiu pelo quinto ano consecutivo em 2011, anunciou este mês o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) em seu relatório anual de 2012.
Em 2011, 1,7 milhão de pessoas morreram em decorrência da Aids, o que representa 5,6% a menos que no ano anterior, e 24% a menos que em 2005, segundo o levantamento.
No entanto, a quantidade de pessoas infectadas registrou um leve aumento, com 34 milhões de pessoas em 2011, contra 33,5 milhões em 2010, afirmou o Unaids. A África Subsaariana é a região mais afetada, com quase 1 em cada 20 adultos infectados, aproximadamente 25 vezes a taxa da Ásia. No Sul, no Leste e no Sudeste da Ásia, há quase 5 milhões de pessoas com o HIV.
Os números levaram o programa a concluir que eliminar a doença incurável é "totalmente viável". "Embora a Aids continue a ser um dos mais sérios desafios à saúde, a solidariedade mundial na resposta à Aids na última década continua a gerar ganhos extraordinários na saúde", diz o relatório.
Segundo o documento, isso ocorreu graças ao "sucesso histórico" na promoção de programas em escala junto com a emergência de novas combinações de remédios para evitar que pessoas sejam infectadas e que morram da doença.
Cerca de 8 milhões de pessoas estavam sendo tratadas com drogas para a Aids no fim de 2011, um aumento de 20 vezes desde 2003. A meta da ONU é elevar esse número para 15 milhões até 2015.
Fonte: G1
Recentemente, mais de 40 presidentes de grandes empresas globais assinaram um pedido para que esses países derrubem essas barreiras, argumentando que prejudicam negócios, já que seus executivos devem poder transitar livremente, independente de terem HIV ou não.
Segundo levantamento da ONU feito em julho (o mais recente disponível), Brunei, Omã, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iêmen são países que mantêm completa proibição de entrada para portadores de HIV. Outros que criam algum tipo de dificuldade para a entrada, permanência ou residência dos soropositivos incluem Cuba, Israel, Jordânia, Nicarágua e Rússia. Egito, Cingapura e Taiwan estão entre os lugares que deportam os visitantes dos quais se descobre terem HIV.
Os Estados Unidos acabaram com suas restrições a visitantes com Aids em 2010. Outros países que recentemente tomaram essa medida foram Armênia, China, Fiji, Moldávia, Ucrânia e Namíbia. O Brasil está entre a maioria de países que não têm limitações à entrada de portadores de HIV.
Mortes em queda
A quantidade de mortes provocadas pelo HIV no mundo caiu pelo quinto ano consecutivo em 2011, anunciou este mês o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) em seu relatório anual de 2012.
Em 2011, 1,7 milhão de pessoas morreram em decorrência da Aids, o que representa 5,6% a menos que no ano anterior, e 24% a menos que em 2005, segundo o levantamento.
No entanto, a quantidade de pessoas infectadas registrou um leve aumento, com 34 milhões de pessoas em 2011, contra 33,5 milhões em 2010, afirmou o Unaids. A África Subsaariana é a região mais afetada, com quase 1 em cada 20 adultos infectados, aproximadamente 25 vezes a taxa da Ásia. No Sul, no Leste e no Sudeste da Ásia, há quase 5 milhões de pessoas com o HIV.
Os números levaram o programa a concluir que eliminar a doença incurável é "totalmente viável". "Embora a Aids continue a ser um dos mais sérios desafios à saúde, a solidariedade mundial na resposta à Aids na última década continua a gerar ganhos extraordinários na saúde", diz o relatório.
Segundo o documento, isso ocorreu graças ao "sucesso histórico" na promoção de programas em escala junto com a emergência de novas combinações de remédios para evitar que pessoas sejam infectadas e que morram da doença.
Cerca de 8 milhões de pessoas estavam sendo tratadas com drogas para a Aids no fim de 2011, um aumento de 20 vezes desde 2003. A meta da ONU é elevar esse número para 15 milhões até 2015.
Fonte: G1
PELA 1ª VEZ, SUSPEITOS DE NAZISMO SERÃO JULGADOS NO PAÍS
No primeiro semestre de 2013, quatro suspeitos de integrar um grupo
neonazista serão julgados na capital gaúcha por tentativa de homicídio,
formação de quadrilha e racismo, um fato inédito no Brasil, segundo a
Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O delegado Paulo César Jardim, que
coordena uma equipe de investigação contra grupos extremistas no Sul do
País há dez anos, compara o fato - guardadas as devidas proporções - ao
histórico tribunal de Nuremberg, que condenou os principais dirigentes
do nazismo após a 2ª Guerra Mundial.
"Teremos a experiência, através do júri popular, de julgar o envolvimento de nazistas pela primeira vez. Há mais de 60 anos, um fato semelhante aconteceu em Nuremberg, mas é claro que respeitamos as proporcionalidades. Na América do Sul, esse tipo de fato, com tentativa de homicídio e formação de quadrilha, é inédito", disse ele. Ainda sem data definida, o júri vai decidir o futuro de Luzia Santos Pintos, Fábio Roberto Sturm, Laureano Vieira Toscani e Thiago da Silva.
Eles se envolveram, segundo denúncia do Ministério Público (MP) aceita pela Justiça, em uma agressão a judeus em maio de 2005 no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Com facas e canivetes, os quatro, junto com outros 10 suspeitos, teriam agredido Rodrigo Fontella Matheus, Edson Nieves Santanna Júnior e Alan Floyd Gipsztejn.
O MP sustentou que os réus integravam um grupo que pregava o preconceito contra judeus, negros, homossexuais e punks. Além das agressões, eles veiculavam ideias discriminatórias pela internet, divulgavam letras de músicas, fotografias e imagens com mensagens de conteúdo antissemita e nazista e pregavam a supremacia da raça ariana. Dos 14 denunciados, dez recorreram e aguardam decisão do recurso por parte da juíza Elaine Maria Canto da Fonseca.
Paulo César Jardim não acredita, mesmo com uma eventual condenação, no fim da propagação do nazismo no Estado: "É um posicionamento ideológico, por isso não acredito no seu término. (...) Os inúmeros inquéritos remetidos à Justiça estão se fazendo necessários para o julgamento dos indiciados, para nós é importante."
Advogado critica "perseguição policial"
Defensor do réu Laureano Vieira Toscani, o advogado Guilherme Rodrigues Abrão sustenta que seu cliente não é neonazista e garante que ele não estava presente na agressão contra os judeus, em 2005. Ele criticou a "perseguição" feita pela Polícia Civil.
"A polícia teve uma visão muito apressada, por conta de um reconhecimento precário, que resultou na prisão deles. Eles não participaram do fato. Embora possua material (de cunho nazista) e tenha lido sobre essas questões, o Laureano não é uma pessoa com qualquer tipo de preconceito", argumentou Abrão.
"Seus pais são professores universitários, residiram na Europa e uma irmã já se relacionou com um negro. Não há motivos para o Laureano participar de qualquer movimento ideológico que cultive o ódio e o preconceito. Muito se dá por uma certa perseguição e estigma", completou.
Rebatendo o defensor, Jardim ironizou: "Quase 90% das pessoas que estão no Presídio Central são 'inocentes' e foram 'injustamente condenadas'". Os demais réus não contrataram advogados e terão defensores públicos no tribunal. O Terra entrou em contato com a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, mas até a publicação desta reportagem não obteve retorno.
Histórico de violência
Em agosto de 2011, uma briga envolvendo punks, skinheads e ao menos um neonazista em um bar da capital gaúcha ligou o sinal de alerta da polícia para a atuação de grupos que pregam o ódio e a discriminação no Sul do País, inspirados pela ideologia de Adolf Hitler. Responsável pelo indiciamento de 35 neonazistas no Estado na última década, Jardim afirmou que está "na gênese" do gaúcho a guarida para movimentos desse tipo.
Já em 2010, um grupo de defesa dos direitos dos travestis no Rio Grande do Sul recebeu ameaças por telefone de um suposto neonazista, que disse preparar uma ação na 14ª Parada Livre. Em edição anterior do evento, cartazes que pregavam a morte de homossexuais foram afixados no bairro Bom Fim, onde ocorre a passeata. Em novembro do mesmo ano, policiais civis apreenderam material de apologia ao nazismo em uma residência no centro de Porto Alegre.
Foram recolhidos fotografias, CDs, camisetas, distintivos, facas, uma soqueira e um laptop, mas ninguém foi preso. Em 2009, apreensões semelhantes ocorreram em Cachoeirinha, Viamão e Porto Alegre. Também em 2009, o casal Bernardo Dayrell e Renata Ferreira foi assassinado após uma festa neonazista no Paraná. O crime foi cometido na BR-116, em Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba, e teve motivações de disputa entre o grupo neonazista liderado por Dayrell e Ricardo Barollo, apontado pela polícia como o mandante do duplo homicídio.
Além dele, Jairo Maciel Fischer, Rodrigo Motta, Gustavo Wendler, Rosana Almeida e João Guilherme Correa foram acusados de participar no crime. No dia do assassinato do casal, vários membros do grupo neonazista foram a uma festa em comemoração ao aniversário de Adolf Hitler em uma chácara de Quatro Barras. Conforme a lei 7.716, de 1989, "fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo" prevê pena de até três anos de reclusão.
Fonte:Terra
"Teremos a experiência, através do júri popular, de julgar o envolvimento de nazistas pela primeira vez. Há mais de 60 anos, um fato semelhante aconteceu em Nuremberg, mas é claro que respeitamos as proporcionalidades. Na América do Sul, esse tipo de fato, com tentativa de homicídio e formação de quadrilha, é inédito", disse ele. Ainda sem data definida, o júri vai decidir o futuro de Luzia Santos Pintos, Fábio Roberto Sturm, Laureano Vieira Toscani e Thiago da Silva.
Eles se envolveram, segundo denúncia do Ministério Público (MP) aceita pela Justiça, em uma agressão a judeus em maio de 2005 no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Com facas e canivetes, os quatro, junto com outros 10 suspeitos, teriam agredido Rodrigo Fontella Matheus, Edson Nieves Santanna Júnior e Alan Floyd Gipsztejn.
O MP sustentou que os réus integravam um grupo que pregava o preconceito contra judeus, negros, homossexuais e punks. Além das agressões, eles veiculavam ideias discriminatórias pela internet, divulgavam letras de músicas, fotografias e imagens com mensagens de conteúdo antissemita e nazista e pregavam a supremacia da raça ariana. Dos 14 denunciados, dez recorreram e aguardam decisão do recurso por parte da juíza Elaine Maria Canto da Fonseca.
Paulo César Jardim não acredita, mesmo com uma eventual condenação, no fim da propagação do nazismo no Estado: "É um posicionamento ideológico, por isso não acredito no seu término. (...) Os inúmeros inquéritos remetidos à Justiça estão se fazendo necessários para o julgamento dos indiciados, para nós é importante."
Advogado critica "perseguição policial"
Defensor do réu Laureano Vieira Toscani, o advogado Guilherme Rodrigues Abrão sustenta que seu cliente não é neonazista e garante que ele não estava presente na agressão contra os judeus, em 2005. Ele criticou a "perseguição" feita pela Polícia Civil.
"A polícia teve uma visão muito apressada, por conta de um reconhecimento precário, que resultou na prisão deles. Eles não participaram do fato. Embora possua material (de cunho nazista) e tenha lido sobre essas questões, o Laureano não é uma pessoa com qualquer tipo de preconceito", argumentou Abrão.
"Seus pais são professores universitários, residiram na Europa e uma irmã já se relacionou com um negro. Não há motivos para o Laureano participar de qualquer movimento ideológico que cultive o ódio e o preconceito. Muito se dá por uma certa perseguição e estigma", completou.
Rebatendo o defensor, Jardim ironizou: "Quase 90% das pessoas que estão no Presídio Central são 'inocentes' e foram 'injustamente condenadas'". Os demais réus não contrataram advogados e terão defensores públicos no tribunal. O Terra entrou em contato com a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, mas até a publicação desta reportagem não obteve retorno.
Histórico de violência
Em agosto de 2011, uma briga envolvendo punks, skinheads e ao menos um neonazista em um bar da capital gaúcha ligou o sinal de alerta da polícia para a atuação de grupos que pregam o ódio e a discriminação no Sul do País, inspirados pela ideologia de Adolf Hitler. Responsável pelo indiciamento de 35 neonazistas no Estado na última década, Jardim afirmou que está "na gênese" do gaúcho a guarida para movimentos desse tipo.
Já em 2010, um grupo de defesa dos direitos dos travestis no Rio Grande do Sul recebeu ameaças por telefone de um suposto neonazista, que disse preparar uma ação na 14ª Parada Livre. Em edição anterior do evento, cartazes que pregavam a morte de homossexuais foram afixados no bairro Bom Fim, onde ocorre a passeata. Em novembro do mesmo ano, policiais civis apreenderam material de apologia ao nazismo em uma residência no centro de Porto Alegre.
Foram recolhidos fotografias, CDs, camisetas, distintivos, facas, uma soqueira e um laptop, mas ninguém foi preso. Em 2009, apreensões semelhantes ocorreram em Cachoeirinha, Viamão e Porto Alegre. Também em 2009, o casal Bernardo Dayrell e Renata Ferreira foi assassinado após uma festa neonazista no Paraná. O crime foi cometido na BR-116, em Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba, e teve motivações de disputa entre o grupo neonazista liderado por Dayrell e Ricardo Barollo, apontado pela polícia como o mandante do duplo homicídio.
Além dele, Jairo Maciel Fischer, Rodrigo Motta, Gustavo Wendler, Rosana Almeida e João Guilherme Correa foram acusados de participar no crime. No dia do assassinato do casal, vários membros do grupo neonazista foram a uma festa em comemoração ao aniversário de Adolf Hitler em uma chácara de Quatro Barras. Conforme a lei 7.716, de 1989, "fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo" prevê pena de até três anos de reclusão.
Fonte:Terra
ANTIRRETROVIRAL USADO POR 20% DOS SOROPOSITIVOS TERÁ FABRICAÇÃO NACIONAL
A partir de 2013 começará a ser distribuído na rede pública de saúde
mais um medicamento com o rótulo nacional para o tratamento da Aids: o
Sulfato de Atazanavir. Nesta sexta-feira (30), véspera do Dia Mundial da
Luta Contra a Aids, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou
pela manhã, no Rio de Janeiro, da cerimônia de oficialização do processo
de transferência de tecnologia para a produção do medicamento no País. O
antirretroviral, distribuído aos pacientes do SUS, é utilizado por
aproximadamente 45 mil pessoas, cerca de 20% do total de pacientes.
O ministro Padilha destacou que essa é a primeira Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) para a produção de um medicamento utilizado no tratamento de HIV/Aids, em que a patente ainda está vigente. Segundo ele, a iniciativa fortalece o Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids no Ministério da Saúde, garantindo acesso universal e gratuito aos antirretrovirais desde 1996. “Essa iniciativa consolida o compromisso do Ministério de reforçar o Complexo Industrial de Saúde e possibilita a autonomia do país na produção de medicamentos. Com a parceira, o Brasil terá capacidade para se tornar autossuficiente na produção do Atazanavir e fortalecer a indústria farmoquímica nacional”, comemorou Alexandre.
A produção nacional do Atazanavir é originada a partir da PDP firmada entre o Ministério da Saúde – por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – e o laboratório internacional Bristol-Myers Squibb. Atualmente, o Atazanavir é importado e a expectativa é de que o Ministério da Saúde economize cerca de R$ 385 milhões durante os cinco anos de parceria.
Fonte:JB
O ministro Padilha destacou que essa é a primeira Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) para a produção de um medicamento utilizado no tratamento de HIV/Aids, em que a patente ainda está vigente. Segundo ele, a iniciativa fortalece o Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids no Ministério da Saúde, garantindo acesso universal e gratuito aos antirretrovirais desde 1996. “Essa iniciativa consolida o compromisso do Ministério de reforçar o Complexo Industrial de Saúde e possibilita a autonomia do país na produção de medicamentos. Com a parceira, o Brasil terá capacidade para se tornar autossuficiente na produção do Atazanavir e fortalecer a indústria farmoquímica nacional”, comemorou Alexandre.
A produção nacional do Atazanavir é originada a partir da PDP firmada entre o Ministério da Saúde – por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – e o laboratório internacional Bristol-Myers Squibb. Atualmente, o Atazanavir é importado e a expectativa é de que o Ministério da Saúde economize cerca de R$ 385 milhões durante os cinco anos de parceria.
Fonte:JB
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
MEGA DA VIRADA' VAI PAGAR R$ 180 MILHÕES. APOSTAS JÁ PODEM SER FEITAS
Os apostadores da Mega-Sena já podem começar a fazer seu jogo para
concorrer ao prêmio da edição especial de virada do ano. O período de
apostas iniciou nesta quinta-feira (29) e de acordo com a Caixa
Econômica Federal, o prêmio inicial previsto é de R$ 180 milhões, três
milhões a mais do que o inicial do ano passado.
Caso o felizardo que faturar a bolada investir na poupança, terá um investimento de R$ 26 mil por dia, ou seja, cerca de R$ 759 mil mensais. Se ninguém acertar as seis dezenas sorteadas, o prêmio fica para os jogadores que acertarem a quina. Segundo o site da Caixa, o valor acumulado até o momento é de pouco mais que R$ 51 milhões. O maior prêmio da história já pago, foi em 2010 no valor R$ 194,3 milhões.
As apostas custam no mínimo R$ 2 e neste ano, os apostadores que optarem por fazer um bolão em grupo, receberão cada um o recibo individual. As apostas para a 'Mega da Virada' podem ser feitas até o dia do sorteio, 31 de dezembro. No último sorteio que aconteceu nesta quarta-feira (28), as dezenas sorteadas foram 06, 13, 24, 32, 40, 51, e teve apenas um ganhador que levou o prêmio de R$ 2,6 milhões.
Fonte:iBahia
Caso o felizardo que faturar a bolada investir na poupança, terá um investimento de R$ 26 mil por dia, ou seja, cerca de R$ 759 mil mensais. Se ninguém acertar as seis dezenas sorteadas, o prêmio fica para os jogadores que acertarem a quina. Segundo o site da Caixa, o valor acumulado até o momento é de pouco mais que R$ 51 milhões. O maior prêmio da história já pago, foi em 2010 no valor R$ 194,3 milhões.
As apostas custam no mínimo R$ 2 e neste ano, os apostadores que optarem por fazer um bolão em grupo, receberão cada um o recibo individual. As apostas para a 'Mega da Virada' podem ser feitas até o dia do sorteio, 31 de dezembro. No último sorteio que aconteceu nesta quarta-feira (28), as dezenas sorteadas foram 06, 13, 24, 32, 40, 51, e teve apenas um ganhador que levou o prêmio de R$ 2,6 milhões.
Fonte:iBahia
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
GENE QUE MANTÉM EMBRIÕES VIVOS ABRE CAMINHO PARA TRATAR HIV
Cientistas australianos descobriram que o gene responsável por manter os embriões vivos é capaz de controlar o sistema imunológico e determinar como o corpo vai combater doenças crônicas como hepatite e HIV, além de doenças autoimunes, como a artrite degenerativa.
O gene, chamado Arih2, é fundamental para a função do sistema imune, agindo como um interruptor, ativando e desativando o sistema imunológico.
"Se o gene está ativado, reduz os efeitos imunológicos. Se está desativado, aumenta significativamente a resposta. Se a decisão errada é tomada, o organismo acaba sucumbindo à infecção, ou à autoimunidade. Provavelmente, esse é um dos poucos genes capaz de nos levar a um medicamento bem rápido", afirma o líder da pesquisa Marc Pellegrini, do Walter and Eliza Hall Institute.
Durante a evolução, alguns organismos desenvolveram maneiras de esgotar o sistema imunológico ao ponto em que o sistema imunológico simplesmente desliga, e isso é o que acontece em infecções pelo HIV, hepatite B e tuberculose. Estes organismos enfrentam a resposta imune, esgotando as células T que são estimuladas pela infecção.
"Com esta descoberta podemos ser capaz de contornar esses mecanismos e revigorar a resposta imune temporariamente para reforçar o sistema imunológico e ajudar a limpar essas infecções", acrescenta Pellegrini.
O Arih2 foi identificado por outro grupo de cientistas em insetos domésticos, mas atraiu a atenção de Pellegrini e seus colegas por suas supostas relações com o sistema imunológico.
Pellegrini e sua equipe descreveram como os embriões morreram depois que o gene foi retirado.
Em uma fase posterior da pesquisa, eles removeram o gene de ratos adulto e notaram que os sistemas imunológicos dos animais ficaram mais fortes, pelo menos por um curto período. Depois, a defesa biológica dos roedores teve uma sobrecarga e passou a atacar as células, tecidos e órgãos saudáveis.
Os ratos sobreviveram bem por seis semanas. Então eles passaram a desenvolver essas respostas imunes hiperativas. Se deixá-la ativa por muito tempo, ela vai começar a reagir contra o próprio corpo.
"Arih2 tem uma estrutura única, o que acreditamos que o torna um excelente alvo para uma droga terapêutica, que é improvável que afete outras proteínas e cause efeitos colaterais indesejados. Devido a Arih2 ser crítico para a sobrevivência, precisamos agora olhar para o efeito de desligar o gene por curtos períodos de tempo, para ver se há uma janela de oportunidade para fazer com que a resposta imunitária limpe a infecção, sem danos indesejáveis ou autoimunidade", relata o pesquisador Greg Ebert.
Segundo Pellegrini, ainda levará muitos anos para traduzir a descoberta em uma droga que pode ser utilizada em seres humanos. "Estamos muito entusiasmados com esta descoberta. Ela tem implicações significativas para manipular a resposta imune à infecção e suprimir inflamação crónica ou autoimunidade, ' freando' ou ' acelerando' o gene", conclui.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
MCDONALD'S ABRE 1000 VAGAS PARA ATENDENTES; 50 DELAS PARA FORTALEZA
Até o fim do ano o McDonald's vai abrir 1000 vagas para o cargo de
atendente em restaurantes de todo o Brasil, só em Fortaleza são mais de
50 vagas. A empresa não exige experiência.
As oportunidades são para restaurantes já abertos e os que ainda serão inaugurados este ano. As vagas são para os períodos diurno, noturno e madrugada.
Características como dinamismo, facilidade de comunicação e de trabalho em equipe são diferenciais para quem quer fazer parte da equipe da rede. Pessoas com deficiência também podem concorrer às oportunidades.
Requisitos
Os candidatos interessados devem ter a partir de 16 anos. Os menores de idade devem estar cursando o ensino médio e os maiores cursando a partir do 6º ano do ensino fundamental. Não é exigida experiência anterior e o início é imediato.
Inscrições
As inscrições podem ser feitas no portal www.mcdonalds.com.br acessando o link "Trabalhe Conosco" ou entregando o currículo em um dos restaurantes McDonald’s.
BenefíciosEntre os benefícios oferecidos pela empresa estão alimentação no local, seguro de vida, assistência médica e odontológica, vale-transporte e plano de carreira.
Fonte:O Povo
As oportunidades são para restaurantes já abertos e os que ainda serão inaugurados este ano. As vagas são para os períodos diurno, noturno e madrugada.
Características como dinamismo, facilidade de comunicação e de trabalho em equipe são diferenciais para quem quer fazer parte da equipe da rede. Pessoas com deficiência também podem concorrer às oportunidades.
Requisitos
Os candidatos interessados devem ter a partir de 16 anos. Os menores de idade devem estar cursando o ensino médio e os maiores cursando a partir do 6º ano do ensino fundamental. Não é exigida experiência anterior e o início é imediato.
Inscrições
As inscrições podem ser feitas no portal www.mcdonalds.com.br acessando o link "Trabalhe Conosco" ou entregando o currículo em um dos restaurantes McDonald’s.
BenefíciosEntre os benefícios oferecidos pela empresa estão alimentação no local, seguro de vida, assistência médica e odontológica, vale-transporte e plano de carreira.
Fonte:O Povo
terça-feira, 20 de novembro de 2012
JEAN WYLLYS DENUNCIA CRIMES MOTIVADOS POR HOMOFOBIA EM PAINEL DA CIDH DA OEA
Em painel sobre a violação de direitos de pessoas LGBT na América Latina realizado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos em Bogotá, Colômbia, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) destacou entre as estatísticas de crimes contra vida motivados por homofobia no Brasil, a morte do ativista Lucas Fortuna, assassinado no domingo 18 no estado de Pernambuco.
Fortuna, jornalista goiano de 28 anos, foi encontrado morto na praia de Cabo de Santo Agostinho, perto de Recife. Estava apenas de cueca e com marcas de espancamento, sinais de agressão que caracterizam o crime como motivado por ódio. Militante ativo do Movimento LGBT em Goiânia, fundador do Grupo Colcha de Retalhos, organizador de diversas paradas gays, Fortuna lutava pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil.
Segundo Wyllys, a comissão acatou a denúncia do assassinato por motivação homofóbica e, por meio da Unidade para os Direitos das Pessoas LGBTs da CIDHs da OEA, incluirá a morte de Fortuna entre os crimes que acompanha.
Em sua fala no painel “Experiências de participação política e violação de direitos de pessoas LGBT na América Latina”, na segunda-feira 19, Wyllys destacou a importância de se aprovar leis que garantam os direitos humanos e fundamentais de LGBTs e também políticas púbicas que promovam a cidadania desse segmento da população. O deputado criticou o governo federal, que, segundo ele, nesses 12 anos de gestão “muito prometeu e pouco cumpriu efetivamente”. Wyllys também abordou questões de representação, despolitização e agenda política dos movimentos sociais, além da perseguição de segmentos contrários à cidadania LGBT.
Para Wyllys, o único representante brasileiro no encontro, o “fundamentalismo” é o entrave à cidadania de minorias. “ Nessa reunião, há parlamentares e representantes de toda América Latina e Caribe, e todos apontam o fundamentalismo religioso como um mal. Parlamentares da Bolívia, Peru, Chile e Colômbia criticam a exportação, por parte do Brasil, de suas igrejas-empresas fundamentalistas. As que operam na América Latina já não são tanto exportadas pelos EUA, mas pelo Brasil. E essas igrejas fundamentalistas, segundo parlamentares latino-americanos, têm influenciado na política contra direitos de minorias”, disse.
Fonte:Carta Capital
JORNALISTA E ATIVISTA GAY É ENCONTRADO MORTO EM PERNAMBUCO
Goiás -
O jornalista goiano Lucas Cardoso Fortuna, de 28 anos, foi encontrado
morto, neste domingo, na praia de Calhetas, no Cabo de Santo Agostinho,
Região Metropolitana do Recife.
Segundo informou a Delegacia do município, Lucas estava apenas de cueca
quando foi encontrado pelos policiais. O jovem estaria na cidade para
atuar como árbitro de um campeonato da Federação Goiana de Voleibol.
Lucas era presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no município de Santo Antônio de Goiás e, também, um dos mais importantes militantes do Movimento Gay em Goiânia. Seu corpo foi levado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. A polícia investiga a causa da morte e aguarda o laudo do IML para se pronunciar.
“Tudo leva a crer tratar-se de um crime homofóbico pelas agressões sofridas. Lucas Fortuna era um militante da causa gay e combatia a intolerância e a violência através de suas ações pacíficas e brilhante oratória . Durante anos foi um dos organizadores em Goiânia da Parada Gay”, escreveu o professor da Universidade Federal de Goiás, Juarez Ferraz de Maia, em nota.
O militante morreu no mesmo dia em que era celebrada a 17ª Parada do Orgulho Gay de Copacabana. Durante anos, Lucas lutou pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil. O projeto de lei ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.
Lucas era presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no município de Santo Antônio de Goiás e, também, um dos mais importantes militantes do Movimento Gay em Goiânia. Seu corpo foi levado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. A polícia investiga a causa da morte e aguarda o laudo do IML para se pronunciar.
“Tudo leva a crer tratar-se de um crime homofóbico pelas agressões sofridas. Lucas Fortuna era um militante da causa gay e combatia a intolerância e a violência através de suas ações pacíficas e brilhante oratória . Durante anos foi um dos organizadores em Goiânia da Parada Gay”, escreveu o professor da Universidade Federal de Goiás, Juarez Ferraz de Maia, em nota.
O militante morreu no mesmo dia em que era celebrada a 17ª Parada do Orgulho Gay de Copacabana. Durante anos, Lucas lutou pela aprovação do Projeto de Lei 122, que assegura a punição à homofobia no Brasil. O projeto de lei ainda não foi votado pelo Congresso Nacional.
CÂMERA DE MOTEL REGISTRA MOMENTO EM QUE TRAVESTIS SÃO MORTAS EM GO
A polícia divulgou na manhã desta terça-feira (20) imagens do circuito de segurança de um motel que mostram o momento em que três travestis foram mortas, em setembro deste ano, no sítio Santa Luzia, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana.
As cenas mostram dois adolescentes chegando a pé em um motel. Eles rendem duas travestis que estão na porta e fazem com que elas se deitem no chão. Depois, os suspeitos ainda abordam uma terceira travesti, que está em um carro e também é obrigada a se deitar. O jovem dispara em cada uma das travestis e todos fogem correndo.
A polícia apresentou os suspeitos de participar da execução das travestis. São três jovens, um dele menor de idade. O inquérito foi concluído e a polícia acredita que o crime tenha sido causado por vingança, já que, segundo a versão da polícia, uma das travestis teria sido assaltada por um dos suspeitos. Ao ser preso, o criminoso teria sido reconhecido na delegacia pela travesti vítima do assalto. Após ser solto, o suspeito teria se vingado da travesti e, então, cometendo o triplo assassinato.
O delegado Fabrício Madruga conta que o suspeito argumentou que não pretendia matar os outros dois travestis: “Ele alegou que estava muito bêbado e drogado e acabou matando os três”.
Segundo o delegado, com relação ao adolescente, o caso será encaminhado à Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai). Já os dois adultos serão indiciados por participação no triplo homicídio.
Assista ao vídeo aqui
Fonte:G1
DETECÇÃO DO VÍRUS HIV EM TESTE NACIONAL É FALHA
Atrasado na sua implantação há dez anos, o teste de sangue fabricado
pelo governo brasileiro (NAT) e já utilizado no SUS para a detecção
precoce do vírus HIV e da hepatite C tem falhas, segundo hematologistas
brasileiros.
O teste NAT (ácido nucleico) reconhece o material genético do vírus e detecta a sua presença mais cedo no organismo do que o convencional (Elisa). O nacional é feito pelo instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz. Os comerciais são da Roche e da Novartis.
O alerta foi feito durante congresso da ABHH (Sociedade Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular). Os médicos devem pedir que o Ministério da Saúde interrompa a distribuição do teste nacional NAT até que as falhas sejam corrigidas.
Segundo Dante Langhi Junior, diretor da ABHH e médico do hemocentro da Santa Casa de São Paulo, vários serviços relataram problemas. "A gente testa com o Elisa e dá positivo [para Aids ou hepatite], depois testa com o NAT do governo e dá negativo. Volta a testar a mesma amostra com o NAT comercial e dá positivo. O teste do governo não garante a segurança a que ele se propõe."
Não há notícias, porém, de que tenha havido contaminação por conta dessas falhas.
Em 12 amostras de sangue testadas pelo Hemocentro de Ribeirão Preto, ligado à USP, o NAT nacional não detectou o HIV em oito delas. "Ele falha numa grande proporção dos casos", diz o diretor Dimas Tadeu Costa.
Segundo ele, a sensibilidade do teste é estimada em 30 partículas virais. Mas o NAT nacional só conseguiu perceber a presença do HIV quando havia 500 partículas. "Isso é que faz a diferença na janela imunológica. Quanto menos vírus se consegue detectar, maior é a segurança da transfusão." Ele decidiu não usar mais o NAT nacional.
"Não existe transfusão com risco zero. Mas, se temos testes que comprovadamente minimizam os riscos de transmissão de doenças, temos obrigação legal de utilizá-los", afirma Langhi Junior.
Na opinião de José Augusto Barreto, superintendente da Colsan (Associação Beneficiente de Coleta de Sangue), o ministério se precipitou em incluir o teste na rotina.
OUTRO LADO
Durante o congresso, o coordenador da área de sangue e hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, disse que o teste está em fase de desenvolvimento e que os problemas são "totalmente solucionáveis".
"Temos soluções tecnológicas e ajustes, mas nenhum problema que invalide o teste", afirmou. Ele garantiu ainda que esses ajustes acontecerão até a publicação da portaria, que tornará o teste obrigatório, prevista para sair até o final do mês.
Fonte:Folha de São Paulo
O teste NAT (ácido nucleico) reconhece o material genético do vírus e detecta a sua presença mais cedo no organismo do que o convencional (Elisa). O nacional é feito pelo instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz. Os comerciais são da Roche e da Novartis.
O alerta foi feito durante congresso da ABHH (Sociedade Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular). Os médicos devem pedir que o Ministério da Saúde interrompa a distribuição do teste nacional NAT até que as falhas sejam corrigidas.
Segundo Dante Langhi Junior, diretor da ABHH e médico do hemocentro da Santa Casa de São Paulo, vários serviços relataram problemas. "A gente testa com o Elisa e dá positivo [para Aids ou hepatite], depois testa com o NAT do governo e dá negativo. Volta a testar a mesma amostra com o NAT comercial e dá positivo. O teste do governo não garante a segurança a que ele se propõe."
Não há notícias, porém, de que tenha havido contaminação por conta dessas falhas.
Em 12 amostras de sangue testadas pelo Hemocentro de Ribeirão Preto, ligado à USP, o NAT nacional não detectou o HIV em oito delas. "Ele falha numa grande proporção dos casos", diz o diretor Dimas Tadeu Costa.
Segundo ele, a sensibilidade do teste é estimada em 30 partículas virais. Mas o NAT nacional só conseguiu perceber a presença do HIV quando havia 500 partículas. "Isso é que faz a diferença na janela imunológica. Quanto menos vírus se consegue detectar, maior é a segurança da transfusão." Ele decidiu não usar mais o NAT nacional.
"Não existe transfusão com risco zero. Mas, se temos testes que comprovadamente minimizam os riscos de transmissão de doenças, temos obrigação legal de utilizá-los", afirma Langhi Junior.
Na opinião de José Augusto Barreto, superintendente da Colsan (Associação Beneficiente de Coleta de Sangue), o ministério se precipitou em incluir o teste na rotina.
OUTRO LADO
Durante o congresso, o coordenador da área de sangue e hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, disse que o teste está em fase de desenvolvimento e que os problemas são "totalmente solucionáveis".
"Temos soluções tecnológicas e ajustes, mas nenhum problema que invalide o teste", afirmou. Ele garantiu ainda que esses ajustes acontecerão até a publicação da portaria, que tornará o teste obrigatório, prevista para sair até o final do mês.
Fonte:Folha de São Paulo
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
PARADA GAY DO RIO REUNE 700 MIL PESSOAS
Cerca de 700 mil pessoas, segundo informações do comandante do 19º BPM
(Copacabana), tenente-coronel Cláudio Costa. participaram da 17ª edição
da Parada do Orgulho LGBT,
conhecida como Parada Gay, realizada neste domingo (18), na orla de
Copacabana, na Zona Sul do Rio. cerca de 700 mil participantes. Apesar
dos números divulgados pela PM, organizadores do evento calcularam um
público maior, próximo a 1,5 milhão de pessoas.
“O número de participantes não faz diferença. O que realmente importa é que este é um evento de grande visibilidade, que traz uma mensagem de paz e pede ao Congresso Nacional para criminalizar a homofobia e alerta as autoridades para o fato de somente 10% dos municípios brasileiros terem políticas públicas voltadas para homossexuais”, disse um dos fundadores do Grupo Arco-Íris e coordenador do programa Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento.
O desfile que seguiu do Posto 6 ao Posto 2, contou com 15 trios elétricos e começou às 16h, uma hora após o previsto, devido à grande quantidade de discursos realizados na concentração do evento. O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, foi um dos que se pronunciou e, representando o governador Sérgio Cabral, levou boas novas aos participantes.
“O Rio foi pioneiro em duas leis sugeridas em eventos como esse. Uma delas, em vigor, garante ao público LGBT direitos previdenciários. A segunda lei foi suspensa no Tribunal de Justiça há cerca de um mês, quando um homofóbico entrou com um recurso e suspendeu a lei. Mas na próxima semana, o governador vai reapresentá-la. Essa é uma lei que nasceu do desejo das pessoas que vão paras ruas gritar por seus direitos. É nas ruas que se conquista a liberdade", disse Minc.
Outra novidade anunciada por Cláudio Nascimento foi a convocação para a passeata em defesa dos royalties do petróleo, no dia 26, no Centro da cidade. Uma enorme bandeira convocava o público gay para o evento.
“Sem os royalties do petróleo uma série de programas de assistência social, inclusive dirigidos a homossexuais, ficarão sem investimentos, serão prejudicados”, destacou Nascimento.
Debaixo de sol forte, gays, lésbicas, travestis, transexuais e simpatizantes dançaram e se divertiram debaixo de sol forte e muito calor. Sob o tema “Coração não tem preconceitos. Tem amor”, com trajes coloridos, emplumados, brilhantes e descontraídos, os participantes fizeram da orla uma grande pista de dança.
Teve super-herói como Wolverine, Carmem Miranda com Zé Carioca e Hebe Camargo. Mas houve também quem não seguisse a própria intuição, como o comerciante Milton Estevam, que se vestiu de Rainha do Silicone Queen.
“Há oito anos desfilo na Parada Gay, não só no Rio, mas em Brasília e São Paulo. Além da diversão, crio a personagem para chamar a atenção das pessoas contra a homofobia e o preconceito de algumas religiões”, disse o siliconadíssima Rainha.
Teve gente que foi apenas de short e camiseta, mas se divertiu do mesmo jeito, como o vendedor Eduardo Silviano, que pulava junto com um grupo de amigos sem parar. “Isso aqui é muito alto astral, nem o calor me derruba. Não dá para ficar parado. A gente vem para cá para desfilar nossa alegria, se divertir. Não precisa de fantasia, precisa de energia”, disse Eduardo.
Já as protéticas Adriana Cristina, torcedora do Fluminense, e Ennyr Silva, torcedora do Flamengo, aproveitaram o domingo de folga para ver a Parada Gay pela primeira vez. As amigas fazem parte do percentual dos 40% heterossexuais que participam da festa, segundo cálculos do Grupo Arco-Íris.
“Não somos gays. Viemos de curiosidade. Vou aproveitar para comemorar o título do Fluminense. Tudo é festa”, disse a torcedora do time de futebol, que sagrou-se tetracampeão brasileiro no último domingo (11).
A festa terminou por volta das 20h. Segundo o comandante do 19º BPM, sem grandes incidentes: alguns casos de furto e pequenos acidentes sem gravidade.
Já agentes da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop), com apoio da Guarda Municipal, apreenderam 1.976 bebidas diversas, 52 óculos, 36 espetinhos de camarão, dois guarda-sóis, dois triciclos, uma bandeja, uma faca e uma canga com ambulantes não autorizados durante o evento. Também foram multados 461 veículos e 44 rebocados por estacionamento irregular nas imediações do evento.
Fonte:G1
“O número de participantes não faz diferença. O que realmente importa é que este é um evento de grande visibilidade, que traz uma mensagem de paz e pede ao Congresso Nacional para criminalizar a homofobia e alerta as autoridades para o fato de somente 10% dos municípios brasileiros terem políticas públicas voltadas para homossexuais”, disse um dos fundadores do Grupo Arco-Íris e coordenador do programa Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento.
O desfile que seguiu do Posto 6 ao Posto 2, contou com 15 trios elétricos e começou às 16h, uma hora após o previsto, devido à grande quantidade de discursos realizados na concentração do evento. O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, foi um dos que se pronunciou e, representando o governador Sérgio Cabral, levou boas novas aos participantes.
“O Rio foi pioneiro em duas leis sugeridas em eventos como esse. Uma delas, em vigor, garante ao público LGBT direitos previdenciários. A segunda lei foi suspensa no Tribunal de Justiça há cerca de um mês, quando um homofóbico entrou com um recurso e suspendeu a lei. Mas na próxima semana, o governador vai reapresentá-la. Essa é uma lei que nasceu do desejo das pessoas que vão paras ruas gritar por seus direitos. É nas ruas que se conquista a liberdade", disse Minc.
Outra novidade anunciada por Cláudio Nascimento foi a convocação para a passeata em defesa dos royalties do petróleo, no dia 26, no Centro da cidade. Uma enorme bandeira convocava o público gay para o evento.
“Sem os royalties do petróleo uma série de programas de assistência social, inclusive dirigidos a homossexuais, ficarão sem investimentos, serão prejudicados”, destacou Nascimento.
Debaixo de sol forte, gays, lésbicas, travestis, transexuais e simpatizantes dançaram e se divertiram debaixo de sol forte e muito calor. Sob o tema “Coração não tem preconceitos. Tem amor”, com trajes coloridos, emplumados, brilhantes e descontraídos, os participantes fizeram da orla uma grande pista de dança.
Teve super-herói como Wolverine, Carmem Miranda com Zé Carioca e Hebe Camargo. Mas houve também quem não seguisse a própria intuição, como o comerciante Milton Estevam, que se vestiu de Rainha do Silicone Queen.
“Há oito anos desfilo na Parada Gay, não só no Rio, mas em Brasília e São Paulo. Além da diversão, crio a personagem para chamar a atenção das pessoas contra a homofobia e o preconceito de algumas religiões”, disse o siliconadíssima Rainha.
Teve gente que foi apenas de short e camiseta, mas se divertiu do mesmo jeito, como o vendedor Eduardo Silviano, que pulava junto com um grupo de amigos sem parar. “Isso aqui é muito alto astral, nem o calor me derruba. Não dá para ficar parado. A gente vem para cá para desfilar nossa alegria, se divertir. Não precisa de fantasia, precisa de energia”, disse Eduardo.
Já as protéticas Adriana Cristina, torcedora do Fluminense, e Ennyr Silva, torcedora do Flamengo, aproveitaram o domingo de folga para ver a Parada Gay pela primeira vez. As amigas fazem parte do percentual dos 40% heterossexuais que participam da festa, segundo cálculos do Grupo Arco-Íris.
“Não somos gays. Viemos de curiosidade. Vou aproveitar para comemorar o título do Fluminense. Tudo é festa”, disse a torcedora do time de futebol, que sagrou-se tetracampeão brasileiro no último domingo (11).
A festa terminou por volta das 20h. Segundo o comandante do 19º BPM, sem grandes incidentes: alguns casos de furto e pequenos acidentes sem gravidade.
Já agentes da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop), com apoio da Guarda Municipal, apreenderam 1.976 bebidas diversas, 52 óculos, 36 espetinhos de camarão, dois guarda-sóis, dois triciclos, uma bandeja, uma faca e uma canga com ambulantes não autorizados durante o evento. Também foram multados 461 veículos e 44 rebocados por estacionamento irregular nas imediações do evento.
Fonte:G1
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