Um tribunal dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira, pela primeira vez no país, a proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo, sob a alegação de que o tema não deve ser decidido pela Justiça. Segundo o Tribunal de Apelações do Sexto Circuito, com jurisdição sobre Michigan, Ohio, Tennessee e Kentucky, a Constituição americana não impede que os Estados definam o casamento como uma união entre um homem e uma mulher.
A decisão vai no sentido oposto da atual tendência dos tribunais americanos, que têm se pronunciado a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. O casamento gay é reconhecido em 32 dos 50 Estados americanos e no Distrito de Columbia.
Na decisão desta quinta-feira, o Tribunal de Apelações reconheceu que a definição de casamento está claramente mudando nos Estados Unidos, mas destacou que não cabe à Justiça realizar esta mudança.
O sistema federal do país permite que os Estados se convertam em "laboratórios de experimentação", com "um Estado inovando de uma maneira e outro, de outra", destaca a sentença, que aponta a eleição como a melhor forma de promover a mudança: “Quando os tribunais não permitem que o povo resolva novos temas sociais como este, perpetuam a ideia de que os heróis nestes eventos de mudança são os juízes e os advogados".
Fonte: AFP
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
UNIVERSIDADE DE HARVARD DARÁ AULA SOBRE SEXO ANAL PARA ESTUDANTES
Em uma semana em que a sexualidade será tema de aulas em Harvard, a universidade, que é uma das mais prestigiadas do mundo, dará um rápido curso sobre sexo anal, chamado "What What in the Butt".
De acordo com o site "Huffington Post", serão 101 aulas sobre o tema, envolvendo anatomia da região, higiene, lubrificantes, preparação para o ato, brinquedos sexuais, sexo seguro, penetração para iniciantes, entre outros tópicos.
O objetivo do curso é promover a compreenção holística do sexo e da sexualidade. Uma das aulas será ministradas por funcionários de uma sex shop chamada Good Vibrations, que prometem ensinar aos alunos alguns fatos sobre a "excitante, porém mal compreendida forma de prazer", segundo a descrição da aula.
GUAIUBA REALIZA SUA PARADA PELA DIVERSIDADE SEXUAL NESTE SÁBADO 08 DE NOVEMBRO.
Acontece neste sábado 08 de Novembro a 7ª Parada pela Diversidade Sexual de Guaiúba, cidade do interior do Ceará.
A concentração será as 18 horas em frente a Escola Manuel Baltazar, o trio percorrerá as principais ruas da cidade, terminando o trajeto na praça de alimentação aonde acontece a Xª edição do Miss Gay Guaiúba que este ano credenciará a vencedora a representar o município no Top Gay Ceará 2015.
A realização da Parada e do Miss Gay Guaiúba é da Aplosg (Associação Pela Livre Expressão Sexual da Guaiúba).
O som fica por conta do DJ Italo Magno e a coordenação é da presidenta da Aplosg Ullanova Venuto.
A concentração será as 18 horas em frente a Escola Manuel Baltazar, o trio percorrerá as principais ruas da cidade, terminando o trajeto na praça de alimentação aonde acontece a Xª edição do Miss Gay Guaiúba que este ano credenciará a vencedora a representar o município no Top Gay Ceará 2015.
A realização da Parada e do Miss Gay Guaiúba é da Aplosg (Associação Pela Livre Expressão Sexual da Guaiúba).
O som fica por conta do DJ Italo Magno e a coordenação é da presidenta da Aplosg Ullanova Venuto.
GAYS SOFREM PRESSÃO PARA MUDAR DE SEXO E ESCAPAR DA PENA DE MORTE NO IRÃ
O Irã é um dos poucos países em que atos homossexuais são punidos com a morte. Clérigos, no entanto, aceitam a ideia de que uma pessoa pode estar presa em um corpo do sexo errado. Gays podem ser forçados a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo — e, para evitar isso, muitos fogem do país.
Criado no Irã, Donya manteve seu cabelo raspado ou curto e usava bonés em vez de lenços. Chegou a visitar um médico para tentar interromper sua menstruação.
"Eu era muito jovem e realmente não me entendia", diz. "Pensei que se pudesse parar minha menstruação, ficaria mais masculina".
Se policiais pedissem sua identidade e notassem que ela era mulher, diz, iriam censurar-lhe: "Por que você está assim? Vá mudar seu sexo".
Esta tornou-se sua ambição. "Eu estava sob tanta pressão que queria mudar meu sexo o mais rápido possível", diz.
Por sete anos, Donya submeteu-se a um tratamento hormonal que lhe engrossou a voz e lhe fez crescer pelos no rosto.
Mas quando os médicos propuseram a cirurgia, ela conversou com amigos que haviam se submetido à operação e tinham enfrentado "muitos problemas". Começou a se questionar se essa era a melhor opção para ela.
"Eu não tinha acesso fácil à internet. Muitos sites são bloqueados. Comecei a pesquisar com a ajuda de alguns amigos que estavam na Suécia e na Noruega", conta.
"Comecei a me conhecer melhor... Eu aceitei que era lésbica e estava feliz com isso".
Mas viver no Irã como homem ou mulher abertamente gay é impossível. Donya, agora com 33 anos, fugiu para a Turquia com seu filho de um breve casamento, e depois para o Canadá, onde recebeu asilo.
Não é uma política oficial do governo iraniano forçar homens ou mulheres homossexuais a mudarem de sexo, mas a pressão pode ser intensa.
Em 1980, o fundador da República Islâmica, o aiatolá Khomeini, emitiu uma fatwa — uma legislação islâmica — permitindo a cirurgia de mudança de sexo. Aparentemente, após ser convencido em um encontro com uma mulher que disse estar presa no corpo de um homem.
'Doentes'
Shabnam — nome fictício — é psicóloga em uma clínica estatal do Irã e diz que alguns gays acabam sendo forçados a fazer a cirurgia. Médicos são orientados a dizer a homens e mulheres gays que eles estão "doentes" e precisam de tratamento. Pacientes gays são encaminhados a clérigos para que sua fé seja fortalecida.
As autoridades "não sabem a diferença entre identidade e sexualidade", explica Shabnam.
Não há informações confiáveis sobre o número de operações de mudança de sexo realizadas no Irã. Khabaronline, uma agência de notícias alinhada com o governo, disse que os números subiram de 170 em 2006 para 370 em 2010. Mas um médico de um hospital iraniano disse à BBC que só ele realiza mais de 200 dessas operações todos os anos
Em outros países, mudar a sexualidade de uma pessoa é um processo complexo, que envolve psicoterapia, tratamento hormonal e, algumas vezes, grandes operações — durando anos.
Nem sempre é o caso no Irã.
"Eles (as autoridades) mostram o quão fácil pode ser", diz Shabnam. "Prometem te dar documentos legais e, mesmo antes da cirurgia, permissão para andar na rua vestindo o que quiser. Prometem te conceder um empréstimo para pagar a cirurgia", exemplifica.
Os defensores destas políticas oficiais salientam o lado positivo das medidas, argumentam que os transexuais iranianos recebem ajuda para ter uma vida decente e que gozam de mais liberdade do que em muitos outros países.
Mas a preocupação é que a cirurgia de mudança de sexo esteja sendo oferecida para pessoas que não são transexuais — e sim homossexuais.
"Está ocorrendo uma violação de direitos humanos", acredita Shabnam. "O que me deixa triste é que as organizações que deveriam ter um propósito humanitário e terapêutico estejam do lado do governo ao invés de olhar para o ponto de vista das pessoas."
Ovelha negra
Psicólogos sugeriram uma mudança de sexo para Soheil, um jovem gay iraniano de 21 anos. A família exerceu grande pressão para que ele concordasse com a operação.
"Meu pai veio me visitar em Teerã com dois parentes", diz ele. "Eles fizeram uma reunião para decidir o que fazer sobre mim. Disseram: 'Ou você muda seu sexo ou vamos te matar. Não deixaremos que você viva nessa família'"
Soheil foi mantido em casa, na cidade portuária de Bandar Abbas, sob vigilância da família. Um dia antes da operação, conseguiu escapar com a ajuda de amigos. Eles lhe deram um bilhete de avião e o jovem voou para a Turquia.
O país, que não requer vistos de cidadãos iranianos, é muitas vezes o primeiro destino de quem foge. De lá, eles muitas vezes pedem asilo em um terceiro país da Europa ou América do Norte. A espera pode levar anos e, mesmo na Turquia, eles são alvo de preconceito e discriminação, especialmente em pequenas cidades socialmente conservadoras.
Arsham Parsi, que cruzou a fronteira do Irã para a Turquia de trem em 2005, vive na cidade de Kayseri, na região central do país. Ele foi espancado e teve tratamento hospitalar para deslocamenteo de ombro negado simplesmente por ser gay. Depois disso, não saiu de casa por dois meses.
Mais tarde, Parsi se mudou para o Canadá e criou um grupo de apoio para gays iraniano. Ele diz receber centenas de pedidos de ajuda por semana. Já auxiliou cerca de mil pessoas a deixar o Irã nos últimos dez anos.
Alguns fogem para evitar a cirurgia de mudança de sexo, mas outros descobriram que ainda enfrentam preconceito apesar de se submeter ao tratamento. Parsi estima que 45% das pessoas que fizeram a cirurgia não são transexuais, mas gays.
'O que é ser lésbica?'
Eis um exemplo: recentemente, uma mulher o consultou com dúvidas sobre a cirurgia. Ele perguntou se ela era transexual ou lésbica. Ela não sabia responder, porque ninguém nunca havia lhe explicado o que era "ser lésbica".
Marie, de 37 anos, deixou o Irá há cinco meses. Ela cresceu como menino, Iman, mas estava confusa sobre sua sexualidade e foi declarada por um médico iraniano como sendo 98% do sexo feminino. Por isso, acreditou que precisaria mudar de sexo.
A terapia hormonal parecia ter-lhe trazido mudanças positivas, como o crescimento dos seios. "Isso me fez sentir bem", diz. "Eu me senti bonita."
Finalmente, Marie submeteu-se à operação — e veio a sensação de estar "fisicamente danificada".
Ela se casou com um homem, mas a relação terminou rapidamente. Assim como qualquer esperança de que a vida como mulher seria melhor.
"Antes da cirurgia, as pessoas me viam e diziam: 'Ele é tão feminino, ele é tão feminino'", diz Marie.
"Após a operação, sempre que eu queria me sentir como mulher, ou me comportar como mulher, todo mundo dizia: 'Ela se parece com um homem, ela é viril'. (A cirurgia) não ajudou a reduzir os meus problemas. Pelo contrário."
Marie diz que, se "estivesse em uma sociedade livre, gostaria de saber se seria como sou agora e se eu teria mudado meu sexo".
"Não tenho certeza", responde.
"Estou cansada. Cansada de toda a minha vida. Cansada de tudo."
Com informações:R7
UNIVERSIDADE EVANGÉLICA SUL-COREANA VETA DOCENTES "FUMANTES E HOMOSSEXUAIS"
Uma universidade evangélica da Coreia do Sul proibiu explicitamente "fumantes, pessoas que ingerem bebida alcóolica e homossexuais" de concorrer a uma oferta de trabalho para professores estrangeiros, o que gerou polêmica nesta quinta-feira (6) no país asiático.
"Proibido beber, fumar e homossexualismo", diz o anúncio divulgado na terça-feira em inglês em vários sites locais para uma vaga de docente na Universidade Nazarena da Coreia, localizada em Cheonan, a 80 km de Seul.
A polêmica começou quando o site sul-coreano The Korea Observer publicou o aviso da Universidade Nazarena, famosa no país por anteriores ações vinculadas ao extremismo religioso como um protesto contra o show da cantora americana Lady Gaga em Seul em 2012.
Um representante da Universidade entrevistado pelo site reafirmou a posição do centro acadêmico ao defender que este é livre para estabelecer seus próprios requisitos.
Além disso, o representante foi além ao assegurar que todos os professores devem ser cristãos evangélicos e participar da missa regularmente para não perder seu trabalho e que os fumantes e homossexuais no campus — sejam docentes ou não — serão expulsos de maneira fulminante.
Por sua vez, organizações defensoras dos direitos de gays e lésbicas da Coreia do Sul consultadas expressaram decepção pela discriminatória oferta de trabalho, embora não anteciparam se tomarão medidas legais contra seus autores.
A Universidade Nazarena da Coreia foi uma das instigadoras dos protestos para impedir a realização do show de Lady Gaga em abril de 2012, ao considerar que suas canções corrompiam a juventude ao promover a homossexualidade.
Com informações:R7
ANÚNCIO DE CEO DA APPLE PÕE DIREITOS DE HOMOSSEXUAIS EM FOCO
Quando o presidente da Apple, Tim Cook, assumiu publicamente sua homossexualidade na quinta-feira 30 de outubro, não só se tornou o CEO mais renomado do mundo a anunciar sua orientação sexual, mas também pôs em evidência a participação dos gays nas salas de reuniões.
"Tenho orgulho de ser homossexual e considero que isso foi um dos maiores presentes que Deus me deu", escreveu Cook, que trabalha para a Apple há 16 anos.
"Muitos colegas na empresa sabem que sou gay, e isso não parece mudar a forma com que me tratam", disse, salientando, no entanto, que "nem todo mundo conta com essa possibilidade".
O anúncio, publicado em uma coluna da revista Bloomberg Businessweek, é um marco na luta pelos direitos dos homossexuais: é a primeira vez que o presidente executivo (CEO) de uma importante corporação americana faz uma declaração desse tipo.
"Acredito que, como resultado, aconteça a conversão da cultura gay em algo mais 'mainstream'", ou seja, mais próximo da cultura dominante, disse Roger Kay, assessor e analista do setor tecnológico da empresa Endpoint Technologies Associates.
"Isso, com certeza, vai encorajar outras pessoas que ocupam altos cargos a se libertarem e saírem de seus armários", acrescentou.
Segundo investidores da Escola de Negócios da Universidade da Pensilvânia, em julho de 2014 não havia nenhum CEO abertamente homossexual entre as 500 companhias mais importantes do país.
O mais alto executivo da petrolífera britânica BP, John Browne, tornou pública sua homossexualidade assim que se viu forçado a abandonar o posto em 2007, depois de um escândalo por supostamente ter contratado um acompanhante do sexo masculino.
Com o tempo, ganharam aceitação homens e mulheres homossexuais americanos que têm papéis proeminentes no mundo do entretenimento, do esporte e da política.
No entanto, no mundo corporativo, ainda são poucos os que manifestaram sua orientação sexual abertamente.
Chad Griffin, presidente do Human Rights Campaign, que faz lobby em Washington pelos direitos da comunidade LGBT, disse que a notícia de Cook marca um grande avanço.
"O anúncio de hoje salvou incontáveis vidas", disse em um comunicado.
O presidente da Apple, de 53 anos, "sempre foi um modelo a seguir", explicou.
"Mas hoje milhões de pessoas no mundo se sentiram inspiradas por esse novo aspecto de sua vida".
"Tim Cook é uma prova de que os jovens LGBT podem ter sonhos tão grandes quanto sua imaginação permitir, e querem ser médicos, senadores e CEO da maior empresa do mundo", disse Griffin.
Sacrificando a vida privada
Um relatório da empresa Deloitte de dezembro de 2013 sobre inclusão corporativa constatou que 83% dos empregados gays escondem sua orientação sexual no ambiente de trabalho por medo de sofrerem discriminação.
O que Cook anunciou nesta quinta-feira não era um segredo em sua empresa nem em seu círculo social, mas, como disse, reconhecer sua homossexualidade em um comunicado público sobre a igualdade de gênero "era mais importante" do que sua privacidade.
"Embora eu nunca tenha escondido minha sexualidade, não a havia reconhecido publicamente até agora", disse o executivo, que espera que sua confissão ajude outras pessoas com a mesma orientação sexual.
"Não me considero um ativista, mas me dou conta do quanto me aproveitei do sacrifício dos outros. Se o conhecimento de que o presidente executivo da Apple é homossexual puder ajudar alguém que está lutando para se aceitar, ou que se sinta sozinho, ou até servir de inspiração às pessoas para lutarem pela igualdade, então valeu a pena sacrificar minha vida privada", acrescentou.
Cook considera que ser gay lhe proporcionou "uma compreensão mais profunda do que significa ser parte de uma minoria, além de uma visão sobre as dificuldades que pessoas de outros grupos minoritários enfrentam todos os dias".
"Tenho a sorte de trabalhar em uma empresa que ama a criatividade e a inovação, e sabe que isso só pode florescer quando as diferenças das pessoas são aceitas. Nem todo mundo tem esta sorte", acrescentou.
Cook se tornou diretor geral da Apple em agosto de 2011, sucedendo o falecido fundador, Steve Jobs, de quem era o braço direito.
Com informações:AFP
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
PAÍS COM ALTO ÍNDICE DE ATAQUE HOMOFÓBICO LIDERA "PORNÔ GAY" NA REDE
Um país com leis anti-gay e constante ataques aos homossexuais parece estar bem curioso sobre como é que funciona essa coisa de sexo entre dois homens ou duas mulheres. De acordo com o site de buscas Google, o Quénia, situado no continente africano, lidera as pesquisas pelas expressões 'fotos de sexo gay' e 'fotos pornô gay' feitas entre 2004 até o presente.
De acordo com o site inglês PinkNews, 92% dos quenianos concordam que a homossexualidade é inaceitável. Ter relações homoafetivas no país é contra a lei e pode acarretar em uma pena de até 21 anos na prisão.
Parlamentares do Quénia têm discutido uma lei ainda mais pesada contra quem cometer atos homossexuais, com penas que variam de prisão perpétua até morte por apedrejamento.
Outros países com altos índices de ataques homofóbicos completam o top 5 de buscas por pornografia gay: a África do Sul, Nigéria, Paquistão e Índia, respectivamente.
Filipinas, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá ocupam do 6º ao 10º lugar no ranking, respectivamente.
Com informações: Tribuna
INÍCIO DA CURA? CIENTISTAS DESCOBREM SEGREDO QUE PODE FAZER O HIV SER ELIMINADO ESPONTANEAMENTE PELO CORPO
Os cientistas descobriram o mecanismo genético que parece ter levado dois homens infectados pelo HIV a experimentar uma "cura espontânea".
Eles dizem que a descoberta pode levar a novos tratamentos para a doença. Os dois homens foram infectados pelo vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), um deles há 30 anos, mas nunca desenvolveram sintomas da AIDS.
O vírus permaneceu em suas células do sistema imunológico, mas foi inativado porque seu código genético tinha sido alterado, de acordo com as pesquisas.
A mudança parecia estar ligada ao aumento da atividade de uma enzima denominada APOBEC, de acordo com as teorias.
A “cura espontânea” está provocando grande alvoroço entre os farmacêuticos especializados nos estudos de novas drogas: "O trabalho abre caminhos terapêuticos para a cura, utilizando ou estimulando esta enzima entre pacientes recém-infectados que têm uma chance de cura espontânea",afirmou um comunicado.
O trabalho, publicado na revista Clinical Microbiology and Infection, foi realizado por cientistas do France’s Institute of Health and Medical Research (Inserm).
Saiba mais!
O HIV se replica por invadir as células imunológicas humanas CD4, que são reprogramadas para se tornar fábricas de vírus.
Um raro grupo de pessoas - menos de 1% das pessoas infectadas - são naturalmente capazes de controlar a replicação viral e manter o vírus em níveis indetectáveis, clinicamente falando.
Eles são conhecidos como "controladores de elite", mas o mecanismo pelo qual eles mantêm o vírus sob controle permanece um completo mistério.
O grupo francês olhou para esses dois indivíduos, um homem de 57 anos diagnosticado HIV positivo em 1985, e um de 23 anos de idade, diagnosticado em 2011, e sequenciaram os genomas virais.
Embora eles tenham permanecido infectados, testes padrão não conseguiram detectar o vírus em amostras de sangue.
A equipe verificou que em ambos os casos, o vírus era incapaz de se replicar em células do sistema imune devido a mutações no seu código genético.
Os pesquisadores sugeriram que existe uma evolução espontânea entre os seres humanos e o vírus, em um processo chamado “endogeneização”, onde se acredita que o DNA humano tenha neutralizado o HIV em nossos antepassados.
Um processo semelhante foi observado em uma população de coalas que tem integrado um vírus semelhante à AIDS em seus genes, mas eles conseguiram resistir e passar essa resistência aos seus descendentes.
"Propomos que a cura do HIV pode ocorrer através de endogeneização em seres humanos", declarou oficialmente a equipe.
"Estes resultados sugerem que, sem estratégias terapêuticas e profiláticas, após várias décadas de interação entre o HIV e milhões de mortes, é provável que algumas pessoas possam neutralizar e transmitir esse poder neutralizador para seus filhos”, acrescentaram.
Os pesquisadores acreditam que a interação do vírus HIV no corpo humano é exatamente a chave para inativá-lo e encontrar a cura, estudando o próprio genoma viral ao interagir com o genoma humano.
Não são os únicos!
Apesar dos dois pacientes apresentados na pesquisa terem os níveis controlados de HIV no sangue, outros pacientes já foram considerados curados.
Timothy Ray Brown, é considerado o primeiro a ter sido curado, após receber um transplante de medula óssea, em um tratamento contra leucemia. Acredita-se que o doador da medula transmitiu sua resistência ao HIV.
Em uma outra pesquisa, um bebê que nasceu com HIV recebeu medicamentos antirretrovirais durante 18 meses após o nascimento e foi declarado curado, mas infelizmente o vírus voltou a atacar após algum tempo.
Com informações:JC
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
GRAB ANUNCIA A XV PARADA PELA DIVERSIDADE SEXUAL DO CEARÁ NO DOMINGO 16 DE NOVEMBRO
A Parada está no calendário oficial de Fortaleza e do Estado do Ceará, através de leis aprovadas por solicitação da entidade e de todo o movimento LGBT.
O tema da Parada é Chega de Impunidade! É hora de tornar crime a homofofia, transfobia e lesbofobia, foi escolhido por ativistas do GRAB e demais organizações do movimento social, e veicula mensagens sobre a necessidade do país ter aprovado, no Congresso Nacional, uma lei que criminalize a homofobia, e enfrente/ coíba milhares de agressões e violações de direitos humanos que afeta diariamente a população LGBT.
A prática da homofobia não é tipificada como crime no Brasil, mas pode tornar-se, caso o Congresso Nacional aprove proposta nesse sentido. Em 2006, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 5003/01, que criminaliza a homofobia. Atualmente, a proposta está no Senado (PLC 122/06), onde tramita em conjunto com a Reforma do Código Penal (PLS 236/12).
A Parada será o mesmo local dos anos anteriores, ou seja, a avenida beira-mar, com concentração às 13h, em frente à barraca do Joca, saída às 15 h, em direção ao aterro da praia de Iracema. A Parada faz alusão ao Dia Mundial do Orgulho Gay e LGBT, que é uma das datas políticas dos movimentos sociais LGBT.
O Seminário temático da Parada acontecerá na quarta-feira, 12 de novembro, à tarde, no teatro SESC Emiliano de Queiroz e a Feira Mix e Exposição LGBT voltam à Praça do Ferreira, coração da cidade, e ocorrerá nos dias 13 e 14 de novembro/14.
A Parada é uma realização do GRAB, em parceria com outras organizações da sociedade civil e tem o apoio do Poder Público.
09 (nove) trios elétricos estão pré-inscritos, tendo o prazo até esta sexta-feira, 07 de novembro, para confirmar a participação na Parada.
Quanto à programação completa da Parada, das atrações artísticas, e dos eventos que antecedem a Parada, nos próximos dias estaremos divulgando todos os detalhes.
Com informações do GRAB.
O tema da Parada é Chega de Impunidade! É hora de tornar crime a homofofia, transfobia e lesbofobia, foi escolhido por ativistas do GRAB e demais organizações do movimento social, e veicula mensagens sobre a necessidade do país ter aprovado, no Congresso Nacional, uma lei que criminalize a homofobia, e enfrente/ coíba milhares de agressões e violações de direitos humanos que afeta diariamente a população LGBT.
A prática da homofobia não é tipificada como crime no Brasil, mas pode tornar-se, caso o Congresso Nacional aprove proposta nesse sentido. Em 2006, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 5003/01, que criminaliza a homofobia. Atualmente, a proposta está no Senado (PLC 122/06), onde tramita em conjunto com a Reforma do Código Penal (PLS 236/12).
A Parada será o mesmo local dos anos anteriores, ou seja, a avenida beira-mar, com concentração às 13h, em frente à barraca do Joca, saída às 15 h, em direção ao aterro da praia de Iracema. A Parada faz alusão ao Dia Mundial do Orgulho Gay e LGBT, que é uma das datas políticas dos movimentos sociais LGBT.
O Seminário temático da Parada acontecerá na quarta-feira, 12 de novembro, à tarde, no teatro SESC Emiliano de Queiroz e a Feira Mix e Exposição LGBT voltam à Praça do Ferreira, coração da cidade, e ocorrerá nos dias 13 e 14 de novembro/14.
A Parada é uma realização do GRAB, em parceria com outras organizações da sociedade civil e tem o apoio do Poder Público.
09 (nove) trios elétricos estão pré-inscritos, tendo o prazo até esta sexta-feira, 07 de novembro, para confirmar a participação na Parada.
Quanto à programação completa da Parada, das atrações artísticas, e dos eventos que antecedem a Parada, nos próximos dias estaremos divulgando todos os detalhes.
Com informações do GRAB.
HADDAD INCLUI GAYS, TRAVESTIS E ÍNDIOS NO MINHA CASA, MINHA VIDA EM SÃO PAULO
Uma resolução do Conselho Municipal de Habitação (CMH) definiu que gays em situação de violência, travestis moradoras em albergues e índios também podem ser beneficiados com unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida construídas no município de São Paulo.
A norma complementar ao projeto do governo DILMA, publicada nesta sexta-feira, 31, no Diário Oficial da Cidade, também permite o atendimento de moradores em áreas limites de municípios vizinhos com a capital paulista.
O objetivo das regras é tentar dar moradia popular para centenas de gays e também mulheres que sofreram ameaças e violência doméstica e que são atendidos em albergues e moradias da Prefeitura.
Dezenas de travestis que moram nos abrigos municipais vão ter direito a tentar entrar no programa, desde que comprovem que são "oriundos de situação de rua".
São mais de 8 mil pessoas atendidas todos os dias nos 62 albergues, abrigos e casas de acolhimento.
Ao todo, a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) está construindo na capital paulista 22 mil unidades do Minha Casa Minha Vida - a meta do governo é construir 55 mil até o final de 2016, para famílias que ganham menos de R$ 1.600 mensais.
O programa do governo federal previa que o município parceiro nas obras poderia editar normas complementares para definir quem está em situação de vulnerabilidade na cidade.
Prioritariamente, o programa continua tendo de atender moradores em áreas de risco, mulheres que cuidam sozinhas da família e casais de baixa renda com filhos, conforme definiu em 2009 o governo federal.
Não havia categorias específicas para priorizar o atendimento de gays e travestis sozinhos, por exemplo.
Segundo movimentos de moradia que também são parceiros na construção de unidades do Minha Casa Minha Vida na capital paulista, a pessoa que mora sozinha de aluguel (seja gay, solteiro adulto ou idoso) dificilmente consegue ser beneficiada.
Na resolução publicada hoje, o governo Haddad também incluiu nesse rol de possível beneficiários do programa idosos sozinhos com mais de 60 anos, moradores na capital.
Apoio
Fernando Quaresma, de 46 anos, presidente da Associação da Parada Gay de São Paulo, afirma que a iniciativa é inédita.
"Era uma demanda antiga. A questão da violência começa inclusive dentro de casa, na família. Muitos gays são expulsos da família em idade de faculdade ou de colégio e não têm para onde ir. Essa violência não é só de quem está na rua apanhando", afirmou.
Quaresma disse, ainda, que as travestis também não conseguem entrar no mercado de trabalho e muitas acabam indo morar nos albergues da Prefeitura.
"Muitos gays formam hoje famílias de baixa renda e nunca conseguem entrar no programa", acrescentou.
Com informações;Exame
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
REELEIÇÃO DE DILMA FORTALECE AS AÇÕES PROPOSTAS PARA A DEFESA DE PARCELAS MAIS FRÁGEIS DA SOCIEDADE: NEGROS, MULHERES E LGBTS
Aproveitando o debate político do período eleitoral, não podemos deixar esfriar as discussões a respeito da igualdade de direitos entre os vários núcleos da diversidade sexual. O discurso heteronormativo, se esgota à medida que conceitos inclusivos são aceitos e passam a fazer parte do debate social. São conquistas que corroboram com o novo padrão de cidadania que vai se impondo com mais esse exercício da democracia.
A reeleição de Dilma Rousseff fortalece a cobrança das ações propostas para a defesa de parcelas mais frágeis da sociedade, como negros, mulheres e LGBTs (Lésbicas, Gays, Travestis, Bissexuais e Transexuais).
Já nos primeiros momentos de reeleita, pudemos observar o seu empenho nas mudanças, atendendo as reivindicações das ruas nas manifestações de Junho de 2013. O plebiscito pela reforma política, que põe o povo à frente do processo, e a construção de uma política defensiva e inclusiva a esses grupos continuamente oprimidos.
Na entrevista ao SBT, Dilma reafirmou sua posição de lutar pela criminalização da homofobia, e reforçar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) com relação ao casamento igualitário. Discurso que já havia sido feito na campanha e que agora se confirma.
O certo é que este segundo governo da Era Dilma começou muito mais asséptico. Pudemos notar a ausência de elementos politicamente patogênicos como o senador Magno Malta (PR), papagaio de pirata. Malta, que foi uma sombra negra no primeiro mandato de Dilma, mas agora está totalmente alijado do Planalto. Só isso já prenuncia um arejamento nas decisões presidenciais.
Aliás, entre os grandes perdedores desse pleito ele figura como a imagem do fracasso. Suas tentativas todas desembocaram no fosso fétido da demagogia e do oportunismo, e não resultaram em nada. Ao lado do fanatismo fundamentalista de Malafaia e o tal Everaldo, que tentaram se apoiar na maledicência de Feliciano e Bolsonaro. Com o apoio deles, estava aberta a cova do Aécio.
Marina Silva, afinal figurou como um grande equívoco. Sem conseguir ser o cabo eleitoral prometido, demonstrou a sua real fraqueza política, esfacelou a sua Rede e entrou para a história como a campeã das mudanças. Não as mudanças que o eleitor ansiava, mas a falta de uma personalidade forte, uma personagem volúvel e sem ideologia, que se vende a preço baixo. Capaz de tudo pela frustração de ter sido preterida por Lula para substituí-lo.
Em fim! Dilma acena com o diálogo. Consulta as bases populares e democráticas e se faz prenúncio de um novo tempo. Tempos difíceis é certo, mas com o apoio de quem já fez e ainda tem muito fazer. Sua proposta é de paz, como o branco que vestiu junto com Lula no primeiro discurso após a vitória sobre Aécio. A nós, LGBTs, a esperança da inclusão maior, ao lado de uma construção verdadeiramente democrática, com oportunidades iguais e justiça social.
Hoje o Brasil mais maduro é um avião que se posiciona para decolar num aeroporto sem porteiras. Vamos arregaçar as mangas. Temos muito trabalho pela frente.
Luiz Felipe Rocha da Palma (Phil Palma) é publicitário. Nas "horas vagas" (às quartas) comanda o programa “Praia do Phil” pela Rádio Universitária FM, onde defende os LGBTs e denuncia a homofobia. Fale com o autor: philpublicitario@gmail.com
SETE PESSOAS FORAM DETIDAS PELA POLÍCIA APÓS DENÚNCIAS DE AGRESSÃO CONTRA HOMOSSEXUAIS NO CENTRO DE SP
Um grupo de sete pessoas foi preso pela Polícia Militar na madrugada do último domingo (26) após denúncias de agressão contra um casal de homossexuais na avenida Nove de Julho (região central de SP).
Por volta da 1h, a PM recebeu pelo 190 uma sequência de denúncias de que pessoas homossexuais foram agredidas por homens carecas na região. Viaturas foram encaminhadas para o local e encontraram os suspeitos na esquina da rua Augusta com a rua Peixoto Gomide, na Consolação (região central).
O grupo recebeu os policiais com pedradas, mas foi detido.
O caso foi encaminhado ao 78º DP. A polícia suspeita que os homens fazem parte da gangue dos skinheads.
Com informações;R7
MINISTÉRIO PÚBLICO RECONHECE DIFICULDADE DE TRABALHO PARA TRANSEXUAIS
Da Agência Brasil
Em audiência pública nesta sexta-feira (31), na qual o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios pôs em discussão a discriminação à população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros), a promotora Renata Coelho, do Ministério Público do Trabalho (MPT), destacou a existência de discriminação institucional em relação à empregabilidade do referido público, em razão da orientação sexual. Em especial quando se trata dos que mudaram de sexo - os chamados transgêneros.
Ela falou da necessidade de políticas públicas que deem respostas adequadas aos problemas gerados pela intolerância ao público LGBT. Nesse particular, disse que não se pode esquecer das relações de trabalho. "Temos conhecimento de casos de pessoas capazes de assumir papeis importantes no mercado de trabalho, mas que, em razão de suaorientação sexual, não consegue emprego. Muitas vezes, se conseguem, não têm a mesma oportunidade de ascensão na carreira", ressaltou.
De acordo com Renata, a discriminação na hora de conseguir emprego é visível, e não se restringe apenas a um ou outro grupo. "Nós temos 50% da população, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), formada por negros. No MPT, eles são apenas 5%. Dá pra contar nos dedos quantos procuradores federais negros existem no país", acrescentou.
No caso dos transgêneros, o próprio atendimento em hospitais gera desconforto, de acordo com a transexual Bianca Moura de Souza, funcionária pública e militante da organização não governamental Nave Trans pelos direitos LGBT. "A gente luta para conseguir que as meninas transexuais sejam chamadas pelo nome social delas, mas muitas deixam de ir aos centros de atendimento porque, na hora de serem chamadas, ainda que com roupas que identifiquem sua identidade, é o nome masculino que é gritado".
O Distrito Federal tem um decreto que versa sobre o uso do nome social nas secretarias, ainda que a regulamentação seja responsabilidade de cada secretaria. Falta, porém, uma regulamentação que valha para todos.
'UM DIREITO MEU', DIZ TRANSEXUAL QUE FARÁ ENEM USANDO NOME SOCIAL
Pela primeira vez transexuais terão o direito de utilizar o nome social junto com o civil durante o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Uma das candidatas que adotará a medida é a piauiense Maria Laura dos Reis, 36 anos, que fará a prova pela quinta vez. Ela diz nunca ter sofrido por causa do preconceito e quis apenas garantir o seu direito.
"Vou fazer o Enem com o nome social por questão de garantir um direito meu e não porque tive problemas com relação a abordagem das pessoas comigo. A questão da transexual adotar o nome social na prova é por causa do tratamento e não para substituir o nome civil, pois o documento que nós devemos apresentar no dia será o CPF e carteira de identidade", declarou.
Para Maria Laura, a medida adotada é necessária para dar início a uma nova forma de abordar e acolher as pessoas transexuais. Como militante do movimento LGBT, a candidata elogia a ação do Ministério da Educação após casos de transexuais terem sofrido constrangimento dos fiscais na edição passada do exame.
"Acredito que pela educação haverá todo este processo de sensibilização, conscientização e formação de opiniões. Se existe uma preocupação do Ministério com relação a nós, então acredito bastante que este é o primeiro passo para cada vez mais promovermos esta cidadania tão almejada pelas pessoas trans nos mais diferentes espaços", declarou.
A candidata fará novamente o Enem na tentativa de conseguir uma vaga para o curso de serviço social na Universidade Federal do Piauí. Ano passado, ela ganhou uma bolsa em logística do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) através da nota do Enem. "Enquanto não realizo meu sonho, estou me qualificado. Tenho mais identificação pela área social e quando entrar no ensino superior pretendo colaborar com outras trans que ainda são tão discriminadas", ressaltou.
A edição de 2014 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá 95 candidatos e candidatas transexuais com autorização do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para usarem seu nome social durante a prova. Segundo a assessoria de imprensa do Inep, as 95 solicitações feitas foram atendidas.
Para poder garantir o direito, os candidatos e candidatas precisaram ligar para um telefone de atendimento e solicitar um formulário específico. Entre as opções estavam a designação em sala de aula conforme a ordem alfabética do nome social, o tratamento dado pelos fiscais e se vão querer usar o banheiro masculino e feminino.
Com informações:G1
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
TIM COOK: “SER GAY FOI UM DOS MAIORES PRESENTES QUE DEUS ME DEU”
Tenho orgulho de ser gay e considero que
ser gay foi um dos maiores presentes que Deus me deu”. A frase
do presidente-executivo da Apple num artigo ao assumir publicamente a sua
homossexualidade não podia ser mais clara. A ideia foi mesmo essa. Isso e
declarar que apesar de não ser um ativista na comunidade gay não
vai de deixar de defender os seus direitos. “Irei pessoalmente defender a
igualdade para todos até os meus dedos dos pés apontarem para cima”.
Tim Cook escreve na edição
desta quinta-feira da Bloomberg Businessweek. No artigo fala da
sua sexualidade e de como esta foi recebida na Apple e a forma como influenciou
o seu percurso pessoal e profissional.
O homem que sucedeu no cargo o carismático Steve Jobs há
três anos sempre quis “manter um nível básico de privacidade” e que a Apple
fosse apenas citada pelos seus produtos e pela sua utilização. Citando uma
frase de Martin Luther King – “O que estás fazendo pelos outros?” –, Cook
explica que o desejo de manter privada a sua vida pessoal o impedia de fazer
“algo muito mais importante”.
“Durante anos, fui aberto
com muitas pessoas sobre a minha orientação sexual. Muitos dos colegas na Apple
sabem que sou gay e
isso não parece fazer diferença na forma como me tratam. Claro que tive a
sorte de trabalhar numa empresa que adora a criatividade e a inovação e sabe
que só pode florescer quando aceitarmos as diferenças das pessoas. Nem todos
têm tanta sorte”, escreve.
Se até agora a sua
homossexualidade era mantida em privado, Tim Cook diz que chegou o momento, aos
53 anos, de falar. “Por isso deixem-me ser claro: Tenho orgulho de ser gay e considero que
ser gay foi
um dos maiores presentes que Deus me deu”.
O dirigente diz que a
homossexualidade permitiu que compreendesse melhor o que é ser uma minoria.
Possibilitou-lhe tornar-se mais “empático”, ter “confiança” em ser como é e ser
superior à “adversidade e fanatismo”. “Também me deu a pele de um rinoceronte,
o que dá muito jeito quando se é CEO da Apple”.
Tim Cook afirma que “parte
do progresso social é entender que uma pessoa não se define apenas pela sua
sexualidade, raça ou género”. “Sou um engenheiro, um tio, um amante da
natureza, um doido por fitness,
um filho do Sul, um fanático por esportes, e muitas outras coisas. Espero que
as pessoas respeitem o meu desejo de me concentrar nas coisas para as quais
estou mais preparado e no trabalho que me traz alegria”.
Com informação Portugal
Com informação Portugal
JOGADORA DE FUTEBOL MORRE ENFORCADA APÓS BRIGA COM NAMORADA
Uma promissora jogadora de futebol foi
encontrada morta aos 20 anos, enforcada em sua casa em um subúrbio de
Londres. De acordo com o jornal Mirror, Katie Sheppard, meio-campista do time
feminino do West Ham, havia brigado dias antes com a namorada, Nancy Richardson,
que não queria contar para seus pais sobre o relacionamento das duas. O caso
aconteceu em julho.
O corpo de Katie
foi encontrado por seu padastro, Nathaniel Hall. Segundo a polícia, a família
de Katie já sabia de seu namoro com Nancy. Na última terça-feira, as
autoridades levantaram a hipótese de as duas terem tramado um pacto
suicida, que só a jogadora do West Ham cumpriu.
De acordo com a
mãe de Katie, a filha estava incomunicável nos dias anteriores à sua morte. A
polícia atestou que o tom das mensagens de texto enviadas por Katie para Nancy
mudou subitamente em seus últimos dias, com a atleta "gritando" com o
uso de letras maiúsculas e bastante irritada pelo fato de Nancy não revelar o
namoro aos pais.
No quarto em que
Katie morreu, foi encontrado uma nota escrita à mão com as palavras "Deus,
me perdoe, eu me sacrifico para ti e para teu reino". A nota estava
assinada com o desenho de um caixão com a letra "K". Registros
médicos também atestaram a prescrição de antidepressivos para Katie, mas nenhum
dos remédios foi encontrado em sua casa.
Com informações:Terra
PRONATEC OFERECE 241 VAGAS PARA CURSOS PROFISSIONALIZANTES EM FORTALEZA
O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) oferece, por meio da Secretaria de Trabalho Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra), 241 vagas em cursos profissionalizantes em Fortaleza. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas em um dos 26 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da Capital.
Os cursos disponíveis pelo programa, que são de formação inicial e continuada, abrangem as áreas de aplicador de revestimento cerâmico, eletricista instalador predial de baixa tensão, agente de gestão de resíduos sólidos, assistente de controle de qualidade, armador de ferragem, torneiro mecânico, encanador e instalador predial. A iniciativa é voltada para a inserção dos alunos no mercado de trabalho, e os cursos têm duração minima de 160 horas.
Além das aulas, os alunos participantes recebem material didático e auxílio para transporte e alimentação. Para realizar a inscrição, os candidatos devem apresentar uma declaração com o Número de Inscrição Social (NIS), Registro Geral (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência.
Para participar, é necessário ser maior de 16 anos e estar cadastrado ou em processo de cadastramento no Cadastro Único (CadÚnico), mesmo que o candidato não seja beneficiário do Programa Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Mais informações: CRAS Mucuripe - Rua Professor Luís Costa, 142 - Mucuripe
Telefones: 3452-7349/3263-4508
Telefones: 3452-7349/3263-4508
Com informações:Diário do Nordeste
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
DILMA FALA EM CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA EM ENTREVISTA
A criminalização da homofobia e a união de casais homoafetivos apareceram pela primeira vez na série de entrevistas que a presidenta Dilma Rousseff tem dado para quatro emissoras de tevê aberta nesta segunda e terça.
“Darei integral apoio a isso [a criminalização da homofobia]. Acho que essa é uma medida civilizatória. O Brasil tem que ser contra a violência que vitima a mulher, a violência que, de forma aberta ou escondida, fere os negros, que são maioria da população. E contra a homofobia, porque isso é, de fato, uma barbárie”, afirmou a presidenta em entrevista aojornalista Kennedy Alencar gravada e exibida na noite desta terça-feira, 28, no SBT.
Sobre a união de casais homoafetivos, Dilma afirmou que, quanto ao casamento religioso, cada igreja deve decidir sua posição. “Apoio a decisão tomada na suprema corte que reconheceu todas as características do casamento civil”, completou.
Ao final da conversa, o jornalista listou esse e outros temas que apareceram durante a campanha, pedindo que a presidenta as comentasse.
Com informações:Carta Capital
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